Alerta em outlets de Cuiabá: pirataria de roupas apreendida

Itens apreendidos em outlet com marcas falsas, evidenciando pirataria de roupas.
Operação registra apreensão de milhares de peças falsas em outlets, destacando o combate às falsificações de marcas.
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A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), com apoio de policiais de Cuiabá, deflagrou nesta manhã a Operação Marca Registrada para coibir a pirataria de roupas em outlets da capital e de Várzea Grande. As investigações apontam que grandes lojas vendiam camisas, calças, calçados e acessórios falsificados de marcas conhecidas a preços muito abaixo do mercado. A ação busca proteger o consumidor e preservar empregos formais, freando a pirataria de roupas que alimenta a informalidade e compromete a concorrência leal no varejo.

Segundo o delegado Rogério Ferreira, o crescimento desses comércios ilegais prejudica quem trabalha de forma honesta. Empresários que investem em fábricas e empregos formais sofrem com a concorrência desleal, enquanto a pirataria de roupas reduz a arrecadação e aumenta a precarização de trabalhadores. A atuação integrada envolve polícia, fiscalização, Procon e representantes do setor para interromper circuitos de contrabando e ilegalidades.

Mais informações sobre o tema podem ser acompanhadas no Portal 163. Portal 163.

Combate à pirataria de roupas

Nesta quinta-feira, seis lojas em Cuiabá e Várzea Grande passaram por vistoria, e milhares de peças de grife foram apreendidas. Os itens passarão por perícia e, conforme decisão judicial, serão destinados a famílias carentes, instituições de acolhimento de idosos e centros de convivência em todo o Mato Grosso. A pirataria de roupas prejudica empregos formais e exige atuação contínua das autoridades para impedir a circulação de itens falsificados no varejo.

Além disso, a ação busca esclarecer como as peças chegam aos outlets, incluindo rotas de distribuição vindas de grandes polos nacionais para o interior do estado. A Polícia Civil destaca que a cooperação entre setores reduz os impactos da pirataria e fortalece o comércio lícito, gerando ganhos na fiscalização, no recolhimento de mercadorias e na proteção de consumidores. Diversos casos já apontam para uma tendência de diminuição de falsificações quando há coordenação entre Decon, Ministério Público e a indústria.

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