Empresária condenada por perseguir enteado de delegado

Mulher sendo escoltada em imagem conceitual, representando o caso de perseguir enteado delegado.
O caso envolveu a empresária Fabíola Cássia Garcia Nunes e o adolescente, enteado de um delegado.
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A empresária Fabíola Cássia Garcia Nunes foi condenada a nove meses de reclusão em regime aberto pela juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa. Portanto, ela foi sentenciada pelo crime de perseguir enteado delegado, o adolescente J.M.M.A.B., de 16 anos, enteado do delegado Bruno França.

Condenação por perseguir enteado delegado

Conforme a decisão, a ré passou a hostilizar o jovem após acreditar que ele teria agredido seu filho. Assim, a magistrada comprovou as reiteradas condutas que deixaram a vítima angustiada.

O caso ganhou notoriedade em 2022, quando o delegado Bruno França invadiu o Condomínio Florais para prender Fabíola. Na ocasião, ele descobriu que a mulher teria descumprido uma medida protetiva, perseguindo o enteado. Para saber mais sobre notícias da região, acompanhe Portal 163.

O delegado, posteriormente, pediu afastamento por 30 dias e admitiu ter exagerado na abordagem. Ainda assim, Fabíola continuou as ações.

Segundo os autos, Fabíola ofendeu o adolescente em público, chamando-o de “covarde” e “pau no c*”. Além disso, ela o ameaçou na frente de colegas, comprovando a intenção de intimidá-lo.

Em outra situação, o marido da acusada pediu a retirada do jovem de um evento, chamando-o de “marginal”. Consequentemente, as intimidações se tornaram uma constante.

Testemunhas relataram que Fabíola procurou o jovem em outra cidade, durante um campeonato de futebol. Ela teria tentado desmoralizá-lo perante o treinador e colegas.

Ademais, outros adolescentes confirmaram ter sido alvo de intimidações e perseguições de carro. Portanto, a condenação por perseguir enteado delegado se solidificou com base em diversas provas.

A defesa de Fabíola pediu absolvição alegando ausência de dolo e provas, mas o argumento foi rejeitado. Porém, a juíza indeferiu o pedido de indenização por falta de previsão expressa na denúncia. Acompanhe as notícias de Cuiabá em nosso portal.

A magistrada considerou a causa de aumento de pena, visto que o crime foi cometido contra um adolescente. Em conclusão, a pena fixada busca reprimir tais atos de perseguição.

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