Uma investigação policial revelou que o piloto da Latam, Sérgio Antônio Lopes, era chamado de “tio Sérgio” pelas vítimas abusadas, que se sentiam até culpadas por aceitarem dinheiro devido à necessidade financeira.
De acordo com a delegada Luciana Peixoto, responsável pelas investigações, as vítimas eram coagidas a atrair novas meninas sob a ameaça de vazar imagens feitas durante os abusos.
Além disso, as irmãs abusadas por Sérgio, hoje com 14 e 18 anos, reforçaram a suspeita de que o piloto desejava criar uma grande rede de vítimas.
Abuso sexual: uma rede de vítimas
As irmãs eram “vendidas” ao piloto pela própria avó, Denise Moreno, de 55 anos, que também foi presa.
Segundo a investigação, Lopes se aproveitava da função como piloto para manter contato com vítimas fora do estado de São Paulo.
Piloto aproveitava viagens para estuprar crianças
Em entrevista ao programa Acorda, Metrópoles, a delegada Luciana Peixoto disse que, até o momento, sete vítimas foram identificadas.
Além disso, as vítimas eram coagidas a atrair novas meninas sob a ameaça de vazar imagens feitas durante os abusos.
Denúncia e investigação
O voo que seria pilotado por Lopes operou normalmente, decolando e pousando no horário previsto, segundo a Latam.
A companhia aérea informou que abriu apuração interna e está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.
Para saber mais sobre a investigação e a atuação da Latam, clique aqui: Latam apura ação do piloto preso por pedofilia.
As investigações continuam em andamento, e a polícia trabalha para identificar e prender todos os envolvidos na rede de abuso sexual.
Além disso, as vítimas estão recebendo apoio e cuidados necessários para superar a experiência traumática.
É importante lembrar que a pedofilia é um crime grave e que a sociedade deve trabalhar para prevenir e combater esses abusos.
Além disso, é fundamental lembrar que a Latam está trabalhando para apurar a ação do piloto e colaborar com as investigações.









