PEC da Blindagem: Senado cede à pressão e rejeita proposta

Senador aparece em destaque, com foco na sua expressão pensativa.
Senador Wellington Fagundes reavalia posição sobre a PEC da Blindagem.
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O senador Wellington Fagundes (PL) ajustou sua postura e manifestou apoio à rejeição da chamada PEC da Blindagem. Inicialmente, ele defendia a proposta, argumentando perseguição a políticos de direita. No entanto, após pressão popular, o parlamentar mudou de opinião.

Senador reavalia PEC da Blindagem após pressão

O senador declarou em vídeo que a sociedade brasileira não aceita a blindagem de qualquer indivíduo. “Como sempre dissemos, aqui no Senado é a casa da maturidade”, afirmou, evidenciando um giro em sua posição. Ele reconheceu que a proposta gerou forte desgaste, impulsionando protestos em todo o país. Portanto, o diálogo com a sociedade foi crucial para a mudança de entendimento.

Em nota anterior, Fagundes defendia a matéria, acreditando que ela corrigiria distorções e permitiria o exercício livre do mandato. “Não se trata de blindagem para criminoso”, assegurou na ocasião. Contudo, ele ressaltou que não hesitaria em votar pela condenação de parlamentares que realmente merecessem punição. A intenção, segundo ele, era que a decisão permanecesse na própria Casa Legislativa.

Consenso contra a PEC da Blindagem

Após conversas com a sociedade, Wellington Fagundes, como líder do bloco Vanguarda, indicou aos membros da CCJ o consenso sobre a rejeição da PEC da Blindagem. “Todo cidadão tem que ser igual”, defendeu. Ele enfatizou que privilégios e propostas como essa são inaceitáveis. Desse modo, a votação na CCJ sinaliza que o tema não avançará no Senado.

Por outro lado, os senadores mato-grossenses Jayme Campos e Margareth Buzetti, que sempre foram contrários à proposta, celebraram a decisão da CCJ. Eles consideram que o foco agora deve ser em temas mais relevantes, como a proposta do governo federal para isenção de Imposto de Renda. Assim, a PEC da Blindagem parece ter seu fim decretado na Casa.

A proposta aprovada na Câmara Federal previa que deputados e senadores só poderiam ser processados criminalmente com autorização prévia da Casa Legislativa. Casos de prisão em flagrante por crimes inafiançáveis também exigiriam aval parlamentar em até 24 horas. O texto, contudo, foi rejeitado por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça. A expectativa é que o texto seja “enterrado” no Senado. Mais informações sobre as decisões do Congresso podem ser encontradas em nosso portal: notícias do legislativo.

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