PEC da Blindagem Senado: Senador recua e rejeita blindagem

Senador Wellington Fagundes em vídeo, celebrando a rejeição da PEC da Blindagem Senado.
Wellington Fagundes comemora reviravolta na PEC da Blindagem Senado após pressão popular.
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O senador Wellington Fagundes (PL) alterou sua posição sobre a PEC da Blindagem, gravando um vídeo de celebração pela rejeição da matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Ele afirmou categoricamente que nem ele, nem a sociedade brasileira aceitam a blindagem de ninguém, ressaltando que o Senado é a casa da maturidade. Inicialmente, o parlamentar apoiava a proposta, argumentando perseguição a políticos de direita, no entanto, após forte desgaste nacional, mudou de rumo.

Senador desiste da PEC da Blindagem

Após intenso debate e protestos em todo o país, Wellington Fagundes, líder do bloco Vanguarda, indicou aos membros da CCJ que a sociedade brasileira não aceita a PEC da Blindagem. Portanto, o consenso foi pela rejeição da proposta. Ele enfatizou que todos os cidadãos, independentemente do cargo, devem responder à justiça de forma igual, rechaçando privilégios.

Em nota anterior, o senador defendia que a PEC visava corrigir distorções e garantir a liberdade no exercício do mandato, sem medo de perseguições. Contudo, ele ressaltava que não se tratava de blindar criminosos, e que não hesitaria em votar pela condenação de parlamentares que merecessem punição. A diferença, segundo ele, seria a decisão ocorrer dentro da própria Casa Legislativa, conforme a Constituição, e não apenas por decisão unilateral do STF.

Agora, o senador direciona o foco para outras pautas importantes, como a proposta do governo federal de isentar do Imposto de Renda quem ganha até 5 mil reais. Assim, Fagundes acredita que o tema da PEC da Blindagem não avançará mais no Senado.

Os senadores mato-grossenses Jayme Campos e Margareth Buzetti, que sempre foram contrários à proposta, celebraram a decisão da CCJ. A matéria, aprovada na Câmara Federal, previa que deputados e senadores só poderiam ser processados criminalmente com autorização da Casa. Além disso, casos de prisão em flagrante por crimes inafiançáveis também exigiriam aval do parlamento em 24 horas. O texto foi remetido ao Senado e rejeitado unanimemente pela CCJ, devendo ser “enterrado” no Plenário.

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