O ex-presidente da Aprosoja-MT e pré-candidato ao Senado, Antônio Galvan (Democracia Cristã), classificou a aprovação da chamada PEC da Blindagem como um absurdo. Ele destaca que a medida, que dificulta prisões e processos criminais contra parlamentares, favorecerá somente corruptos e a bandidagem que busca se infiltrar na política.
PEC da Blindagem: Perigo para a Justiça
Durante visita à região, em entrevista ao portal e ao Rdtv Cast, Galvan expressou sua posição. Embora seja favorável a medidas que contenham perseguições políticas contra a direita, ele considera a atual formulação da PEC da Blindagem terrível. Portanto, ele rejeita a blindagem de forma ampla, geral e irrestrita, pois teme que ela proteja criminosos.
“Isso é um absurdo. Não concordo com a blindagem ampla, geral e irrestrita, de jeito nenhum. Porque isso é para esconder o bandido. Não é para esconder gente séria. É para esconder o bandido, esconder gente ruim”, declarou Galvan.
Além disso, ele argumentou que a corrupção dentro do Congresso pode ser um dos motivos para a urgência dessa blindagem. Galvan acredita que a intenção por trás da PEC da Blindagem é, na verdade, esconder a corrupção.
“Eu acho que ali dentro o problema é que 80%, 90% está comprometido com corrupção. Porque certas coisas você pode admitir, uma acusação infundada, igual fazem aí hoje, que está acontecendo, se até a blindagem é bom que ela venha, mas, generalizada, o que se quer esconder com a blindagem? É a corrupção”, disparou.
A proposta estabelece que o Legislativo precise avalizar a abertura de ações penais contra congressistas. No entanto, essa mudança resgata um trecho da Constituição de 1988. O voto secreto também foi introduzido, impedindo que os eleitores saibam a posição de seus representantes em votações cruciais.
Em contrapartida, da bancada federal de Mato Grosso, apenas Emanuelzinho e Juarez Costa (ambos do MDB) votaram contra. Por outro lado, Coronel Assis, Coronel Fernanda, Gisela Simona, José Medeiros, Nelson Barbudo e Rodrigo da Zaeli votaram a favor, recebendo fortes críticas pelo posicionamento. Para mais notícias, acesse nosso portal: portal163.com.br.










