Patrimônios Culturais Imateriais de Cuiabá passam a integrar o catálogo oficial após a sanção de duas leis pelo prefeito Abílio Brunini (PL). Portanto, o doce de caju e o guaraná ralado, com seus modos tradicionais de preparo, passam a compor esse conjunto de saberes da Capital.
Patrimônios Culturais Imateriais de Cuiabá
Além disso, as leis, de autoria da vereadora Maria Avalone, preservam práticas que compõem a história e a identidade da cidade. Assim, passam a receber proteção municipal, ampliando o reconhecimento já existente no estado. Essa legislação reconhece que saberes, técnicas de preparo e formas de apresentação fazem parte do patrimônio coletivo e devem ser protegidos de maneira contínua.
Essa proteção municipal oferece amparo legal a famílias, comunidades tradicionais e artesãos que mantêm vivas as receitas, os métodos de preparo e as demonstrações culturais associadas aos doces de caju e ao guaraná ralado. Com isso, Cuiabá incentiva transmissão de conhecimento entre gerações, fomenta turismo cultural e valoriza uma gastronomia que carrega memórias de ruas, feiras e festas da cidade.
- Doce de caju – preparo artesanal valorizado como expressão da gastronomia cuiabana.
- Guaraná ralado – protegido municipalmente, somando-se ao reconhecimento histórico no Mato Grosso.
O guaraná ralado, que já era considerado Patrimônio Histórico, Cultural e Imaterial de Mato Grosso desde 2019, passa a contar com proteção em âmbito municipal. Além disso, o doce de caju ganha destaque como uma das principais expressões da gastronomia cuiabana. Logo, produtores locais ganham acesso a orientações técnicas, certificações básicas e apoio institucional para manter práticas seguras, justas e sustentáveis.
Segundo Maria Avalone, as leis representam um compromisso com a preservação da identidade cultural do município, fortalecendo esse conjunto de saberes da Capital.
Mais informações estão disponíveis na Câmara de Cuiabá: Câmara de Cuiabá Reconhece Patrimônios Imateriais.









