Operação Mamom em Cuiabá: Polícia mira suspeitos de lavar R$ 13 milhões
Na quarta-feira (11), a Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou a segunda fase da Operação Mamom, que mira um grupo criminoso investigado por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e associação para o tráfico, em Cuiabá.
Segundo as investigações, o grupo criminoso movimentava valores milionários por meio de contas bancárias, além de manter vínculos financeiros com traficantes da região Nordeste do país. Além disso, as investigações apontaram que a organização criminosa utilizava uma estrutura financeira complexa para ocultar e dissimular recursos provenientes do tráfico de drogas.
Operação Mamom: uma história de tráfico e lavagem de dinheiro
Entre os investigados estão mãe e filho, ambos com antecedentes criminais relacionados ao tráfico de drogas. A primeira fase da operação, deflagrada em 24 de junho de 2025, resultou no cumprimento de 14 ordens judiciais, incluindo mandados de busca e apreensão, bloqueios de contas bancárias e sequestro de veículos vinculados aos investigados.
Na ocasião, foram apreendidos quatro veículos, além de uma arma de fogo e quatro tabletes de substância análoga à pasta base de cocaína, localizados em um fundo falso de um dos veículos. No entanto, as investigações continuaram e agora os policiais buscam aprofundar as investigações, reunir novas provas e promover a descapitalização da organização criminosa.
Segundo o delegado da Denarc, André Rigonato, com o avanço das investigações os valores rastreados e bloqueados ligados ao grupo criminoso já ultrapassam R$ 13 milhões. Por exemplo, os policiais descobriram que os investigados mantinham contas bancárias em nome de terceiros para ocultar os lucros do tráfico.
A operação é um exemplo de como a Polícia Civil de Mato Grosso está trabalhando para combater o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Cuiabá. Em conclusão, a segunda fase da Operação Mamom é mais um passo importante na luta contra a organização criminosa.
Leia também sobre a Operação Mamom
Na próxima etapa da operação, os policiais buscam aprofundar as investigações e reunir novas provas para promover a descapitalização da organização criminosa. Também, os investigados podem ser indiciados e presos se as provas forem suficientes.










