A Polícia Civil deflagrou a Operação Conluio Pantaneiro para cumprir 62 ordens judiciais contra uma facção criminosa que atua nas regiões de fronteira de Mato Grosso e outros três estados da federação, cometendo crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, chegando a movimentar R$ 54 milhões.
No entanto, as autoridades não se intimidaram e lançaram uma operação gigantesca para combater essa facção criminosa.
Facção criminosa movimenta R$ 54 milhões
Além disso, as investigações identificaram a existência de um complexo mecanismo de circulação de valores e ocultação patrimonial, estruturado por meio de múltiplas contas bancárias e empresas interligadas, destinado a redistribuir e dar aparência lícita ao dinheiro proveniente da atividade criminosa.
Em consequência, a Polícia Civil contou com a cooperação da Receita Federal e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que foram essenciais na obtenção de provas e consequentemente na identificação da estrutura e modus operandi da facção criminosa.
No processo, foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva, 17 mandados de busca e apreensão, além de bloqueios de valores e sequestro de veículos, expedidos pelo Juízo da Quarta Vara Criminal da Comarca de Cáceres, em Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres, Poconé, Taubaté (SP) e Cruzeiro do Oeste (PR).
Por exemplo, a facção criminosa era liderada por um homem de 42 anos, que foi preso em setembro de 2023, e era responsável por controlar o recebimento da droga na região de fronteira, o armazenamento, transporte para outros estados e a lavagem de dinheiro.
Em conclusão, a Operação Conluio Pantaneiro é um exemplo de como a Polícia Civil pode combater facções criminosas e proteger a sociedade.
A operação conta com apoio de equipes da Delegacia Regional de Cáceres (Delegacias de Rio Branco, Mirassol D’Oeste, DEDM, DEA, Derf e 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres), da GCCO, da DRCI e das Polícias Civis dos estados de São Paulo e Paraná.









