Em uma decisão importante, a desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), manteve a perda de patente do capitão Daniel Alves de Moura e Silva após a morte do aluno soldado Lucas Veloso Peres durante treino de salvamento aquático.
O oficial foi considerado indigno para o cargo após a morte do aluno soldado Lucas Veloso Peres durante treino de salvamento aquático. Com isso, fica mantida a decisão que determinou a perda do posto e da patente dele no Corpo de Bombeiros Militar.
Segundo a denúncia, no dia 27 de fevereiro de 2024, Daniel comandava o treino de salvamento aquático. Os monitores eram os soldados Kayk Gomes dos Santos e Weslei Lopes da Silva. A denúncia aponta que o capitão ignorou a exaustão do soldado e mandou que ele soltasse o flutuador e continuasse. Lucas tentou seguir, mas voltou a buscar o equipamento várias vezes.
O capitão insistiu para que ele largasse o Life Belt e fez ameaças. Depois, determinou que o monitor Kayk retirasse o flutuador do aluno. O monitor obedeceu e ainda deu “vários e reiterados caldos” na vítima.
Consequências da decisão
A decisão da desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho reforça a importância de morte de aluno bombeiro e a necessidade de respeitar as normas de segurança. Além disso, a decisão mostra que a justiça não tolera comportamentos imprudentes e negligentes.
Em conclusão, a decisão da desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho é um passo importante em direção à justiça e à segurança dos bombeiros. A perda da patente do ex-capitão Daniel Alves de Moura e Silva é um exemplo de como a justiça pode ser aplicada de forma justa e rigorosa.










