Metas Físicas ALMT: Audiência Debate Saúde e Educação

Gráfico mostrando o progresso das metas físicas ALMT, com barras verdes indicando superação.
A audiência pública sobre as metas físicas ALMT em Saúde e Educação revelou progressos e desafios.
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A Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) apresentou, nesta quinta-feira (25), a segunda etapa da audiência pública sobre as metas físicas ALMT do primeiro semestre de 2025.

Metas Físicas ALMT: Saúde e Educação em Destaque

Nesta fase, seis secretarias expuseram seus resultados. A Secretaria de Estado de Educação (Seduc/MT), por exemplo, priorizou a conclusão dos estudos dos alunos na idade certa. Flávia Emanuelle Soares, representante da pasta, detalhou ações educativas, pedagógicas, entrega de uniformes e programas de alimentação, além de investimentos em folha e formação profissional.

Ademais, a Secretaria Estadual de Saúde (SES/MT) evidenciou a complexidade do atendimento, que inclui hospitais próprios e apoio aos municípios. Claudete de Sousa Maria, assessora da SES, mencionou que algumas metas estão aquém do esperado devido a problemas contratuais. Portanto, a inauguração do Hospital Central foi estimada para o fim deste ano.

A Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra/MT) também enfrentou desafios, especialmente em obras urbanas. O secretário adjunto Isaac Nascimento Filho citou o BRT como um exemplo de obra com complexidades políticas e de produtividade. Executar obras em cidades, segundo ele, é um processo mais demorado e complexo.

Por outro lado, o secretário adjunto da Seplag, Sandro Brandão, informou que 74% das quase 160 metas apresentadas foram alcançadas até junho. Isso supera a expectativa de 50% para o semestre, indicando um bom desempenho geral.

Nesse sentido, ações como atendimentos na saúde, entrega de medicamentos e pavimentação urbana superaram as metas estabelecidas para o período.

Também apresentaram suas metas as secretarias de Agricultura Familiar (Seaf/MT), Assistência Social e Cidadania (Setasc/MT) e Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci).

No entanto, a deputada em exercício Edna Sampaio (PT), que conduziu a audiência, sugeriu um formato de apresentação mais enxuto e que vincule as ações às demandas sociais. Por exemplo, questionou a ligação entre a abertura de escolas militares e as necessidades da comunidade.

Ademais, Sampaio criticou a política de expansão de escolas cívico-militares da Seduc, citando recomendações da ONU. “A escola não é quartel”, afirmou, ressaltando que a educação preza pela liberdade, emancipação e questionamento, diferentemente da disciplina militar.

Em conclusão, a audiência pública sobre as metas físicas ALMT serviu para apresentar os progressos e desafios dos órgãos estaduais, com sugestões para otimização futura.

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