A discussão sobre as metas físicas 2025 dominou a tarde desta quinta-feira (25) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). A Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) avançou em suas audiências públicas, abordando o primeiro semestre de 2025.
Metas Físicas 2025: Saúde e Educação sob Análise Detalhada
Na segunda parte da audiência, seis secretarias detalharam seus progressos. A Secretaria de Estado de Educação (Seduc/MT) ressaltou o compromisso em garantir que os estudos sejam concluídos na idade adequada. Consequentemente, a pasta apresentou iniciativas educativas e pedagógicas de destaque.
A Secretaria Estadual de Saúde (SES/MT) explicou a complexidade de suas operações. O cofinanciamento e o suporte aos municípios na atenção primária foram pontos altos. Contudo, alguns contratos apresentaram desafios para o alcance total de determinadas metas.
A Sinfra/MT, uma das maiores secretarias, também enfrentou questionamentos. O secretário adjunto Isaac Nascimento Filho mencionou as obras urbanas como um ponto crítico. A implantação do BRT, por exemplo, enfrentou obstáculos políticos e de produtividade.
Ao todo, foram discutidas quase 160 metas durante o evento. A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) informou que aproximadamente 74% das metas foram atingidas até junho, superando a projeção de 50% para o período.
Assim, as áreas de saúde e infraestrutura demonstraram superação em suas metas. Exemplos incluem o aumento de atendimentos, a entrega eficiente de medicamentos e a conclusão de trechos pavimentados urbanos.
Outras secretarias que compartilharam suas projeções e resultados foram:
- Agricultura Familiar (Seaf/MT)
- Assistência Social e Cidadania (Setasc/MT)
- Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci)
A deputada em exercício Edna Sampaio propôs aprimorar o formato das exposições. “Precisamos otimizar o modelo de apresentação para que seja mais conciso”, sugeriu.
Ela também enfatizou a necessidade de conectar as ações com as reais demandas da sociedade. A criação de escolas militares, por exemplo, deve estar alinhada a uma necessidade específica e seus resultados concretos.
Em contraste, Sampaio criticou a política de militarização de escolas promovida pela Seduc. “Nossa função aqui é debater as metas governamentais e as estratégias que o governo utiliza para implementar políticas públicas”, concluiu.
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