A vereadora por Cuiabá, Maysa Leão (Republicanos), demonstrou forte emoção ao denunciar um alegado movimento para desgastar sua imagem, após o relato de uma adolescente de 16 anos em audiência pública. Contudo, a divulgação do depoimento, transmitido pelo YouTube da Câmara, gerou críticas pela exposição da jovem.
Maysa Leão e a acusação de movimento
A vereadora rebateu as acusações de revitimizar a menor, explicando que o encontro ocorria em um ambiente seguro, com acompanhamento profissional e autorização legal. Ela acredita que o tema foi politizado, por isso, se indignou com o registro de estupro de crianças.
Portanto, Maysa Leão afirma que não sabia da idade da adolescente quando a mesma se inscreveu espontaneamente. Além disso, ela ressaltou que outros depoimentos de vítimas também foram compartilhados na audiência.
Em sua defesa, a vereadora argumentou que compartilhar os relatos em redes sociais, como no WhatsApp, sim configura crime. Em contrapartida, falar em um ambiente protegido pela Câmara, com suporte psicológico e social, não seria.
No entanto, cortes do depoimento já haviam sido feitos e retirados do ar. Maysa Leão ainda comparou a situação com a do prefeito Abilio Brunini, que expôs vulnerabilidade de alunos. Ela pediu que o foco das críticas seja direcionado apenas a ela.
Ademais, a vereadora solicitou que a sociedade se preocupe com o bem-estar da jovem e de sua filha, em vez de usá-la para ataques políticos. Ela, como voluntária da rede de enfrentamento, garante que a menor está bem.
Por outro lado, a presidente da Mesa Diretora, Paula Calil (PL), e a vereadora Michelly Alencar (União Brasil) lamentaram a exposição da adolescente. Elas defenderam mudanças no regimento para a condução de audiências públicas. Em conclusão, a situação levanta um debate importante sobre proteção e política.
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