Desafios após a Licença-Maternidade
Em um país marcado por desigualdades sociais, as mulheres enfrentam obstáculos significativos após a licença-maternidade para reverter à sua carreira profissional.
De acordo com a legislação brasileira, a trabalhadora gestante tem direito à estabilidade provisória no emprego desde o início da gestação até cinco meses após o parto, além de usufruir da licença-maternidade de 120 dias, que pode ser prorrogada por mais 60 dias quando a empresa participa do Programa Empresa Cidadã.
Por exemplo, o número de empresas ativas no programa foi reduzido drasticamente desde 2024, quando foram excluídas 22.207 empresas por auditoria realizada pela Receita Federal.
Além disso, a remuneração da trabalhadora durante a licença-maternidade é custeada pela Previdência Social, por meio da concessão do benefício correspondente, ou seja, o salário-maternidade.
Desafios após a Licença-Maternidade
- A falta de estruturas de apoio para o cuidado com os filhos
- A baixa disponibilidade na concessão de benefícios como horários flexíveis, auxílio-creche e trabalho remoto
- A discriminação em processos seletivos e a perda de oportunidades de promoção
No entanto, em conclusão, a inclusão da mulher no mercado de trabalho produz impactos favoráveis na economia e na sociedade, pois ao reter força de trabalho economicamente eficiente, se contribui, de forma mais ampla, para a redução das desigualdades sociais.
Portanto, é fundamental ampliar a nossa consciência social no sentido de que a inclusão da mulher no mercado de trabalho produz impactos favoráveis na economia e na sociedade.
Segundo a pesquisa Mães 2025 divulgada pela Catho, as trabalhadoras relatam dificuldades para negociar horários flexíveis e perda de oportunidades de promoção.
Caso comprovada a discriminação, a empresa poderá ser autuada e pagar multa administrativa, além disso, o caso pode ser denunciado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e ao sindicato da categoria.
Além disso, a pesquisa indica que as remunerações inferiores e as dificuldades enfrentadas pelas mulheres no mercado de trabalho não são decorrentes da falta de escolarização, pois as mulheres brasileiras são, em média, mais instruídas do que os homens.
Conclui-se, portanto, que a inclusão da mulher no mercado de trabalho é fundamental para a redução das desigualdades sociais e para a produção de impactos favoráveis na economia e na sociedade.
Para saber mais sobre a importância da inclusão da mulher no mercado de trabalho, leia nosso artigo “Inclusão da Mulher no Mercado de Trabalho: Um Fator Fundamental para a Economia e a Sociedade”.
Além disso, é importante destacar que políticas de apoio à parentalidade estão associadas a níveis mais altos de engajamento no trabalho, como mostrou um estudo realizado em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Em resumo, a inclusão da mulher no mercado de trabalho é fundamental para a redução das desigualdades sociais e para a produção de impactos favoráveis na economia e na sociedade.
Por fim, é fundamental ampliar a nossa consciência social no sentido de que a inclusão da mulher no mercado de trabalho produz impactos favoráveis na economia e na sociedade.
Assim, é importante destacar que a inclusão da mulher no mercado de trabalho é fundamental para a redução das desigualdades sociais e para a produção de impactos favoráveis na economia e na sociedade.
Autor: Carla Reita Faria Leal e Solange de Holanda Rocha, membros do Grupo de Pesquisa sobre meio ambiente do trabalho da UFMT, o GPMAT.
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