Uma Operação Efata, deflagrada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (3), resultou na apreensão de 15 veículos, incluindo uma Mercedes Benz C-200 de um advogado e caminhonetes de uma empresária. A investigação apura um esquema de lavagem de dinheiro facção criminosa que movimentou cerca de R$ 300 milhões.
Entre os bens apreendidos está uma Mercedes Benz C-200, pertencente ao advogado Rodrigo Costa Ribeiro, que foi preso em flagrante com armas e um simulacro de pistola. Além disso, foram apreendidos três veículos de Danielly Fortes de Carvalho Gularte, sócia de uma empresa de conservação florestal.
Veículos apreendidos na Operação Efata
A lista de veículos apreendidos na operação é extensa. Foram localizados, além da Mercedes, três caminhonetes e um carro de passeio de luxo em nome da empresária Danielly Fortes. Por outro lado, Lucas Gabriel França teve um Hyundai Creta e um Pálio Fire apreendidos.
Ademais, uma Honda Biz 2023 foi encontrada com Laila Cristina Santos Pinto Pereira, e uma Honda Titan com Evilene Oliveira Santos. Carlos Eduardo Silvino Anjos teve uma caminhonete S10 apreendida, enquanto Mayra Regina Silvina Anjos portava uma Honda XRE 300.
Ainda na lista, Eduardo Galvão Nucena estava com uma Honda Biz 125 e Emerson Lemes da Silva com uma Honda 150 Bros. Flávio de Carvalho Gomes teve uma caminhonete Fiat Strada e um Hyundai HB20 apreendidos. Por fim, Eder Marques de Souza estava com uma motocicleta Honda Fan 160.
Esquema de lavagem de dinheiro facção
A Operação Efata tem como alvo um complexo esquema de lavagem de dinheiro facção criminosa. As investigações da Denarc revelaram que a organização movimentou aproximadamente R$ 300 milhões. Portanto, 148 mandados judiciais estão sendo cumpridos, incluindo o bloqueio de R$ 41 milhões em imóveis e veículos de luxo.
As apurações indicaram que diversos integrantes da organização e seus familiares movimentavam valores expressivos sem lastro documental. Parte desses recursos era fracionada em pequenas quantias e transitava entre contas para ocultar sua origem ilícita. Um único investigado movimentou mais de R$ 295 milhões.
Em suma, a inteligência e o laboratório de lavagem de capitais da Polícia Civil reuniram provas robustas. O objetivo principal, segundo o delegado André Rigonato, é descapitalizar a facção criminosa e ampliar o alcance das ações repressivas. Para mais informações sobre operações da Polícia Civil, acesse notícias de segurança.










