Revisão do laudo de inimputabilidade: deputada pede análise

Uma juíza examina um documento, sugerindo a revisão de um laudo de inimputabilidade.
A análise do laudo de inimputabilidade é crucial para a justiça e a segurança social.
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A deputada estadual Janaina Riva manifestou-se, em redes sociais, sobre o caso de Daniel Bennemann Frasson. Portanto, ela repercutiu o desabafo da enteada de Frasson, que assassinou a esposa e esfaqueou a filha em Lucas do Rio Verde. A parlamentar criticou o laudo de inimputabilidade, que aponta quadro depressivo como justificativa.

Revisão do laudo de inimputabilidade e insegurança social

Janaina Riva criticou o laudo psiquiátrico que declarou o réu inimputável, alegando um quadro depressivo. Assim, ela afirmou que acionará o Ministério Público, por meio da Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa. O objetivo é solicitar a revisão do referido laudo de inimputabilidade.

A deputada comentou o relato “devastador” da filha mais velha da vítima, que teme a impunidade. No entanto, ela reconhece a importância da saúde mental. Contudo, questiona como a Justiça explicaria à família uma punição desproporcional ao crime.

Decisões como essa, segundo a deputada, geram insegurança e minam a confiança da sociedade no sistema judicial. “Ninguém aqui questiona a importância da saúde mental […]. Mas, como a Justiça explica para essa filha que o homem que brutalmente tirou a vida da sua mãe e, em seguida, tentou matar a própria filha, uma criança, não receberá uma punição à altura da atrocidade que cometeu?”, indagou.

Ademais, o desabafo da filha mais velha de Gleici, que ficou com a guarda da irmã caçula, viralizou. Ela questiona como alguém com rotinas organizadas poderia ser considerado incapaz de compreender seus atos. Portanto, a jovem espera que o caso avance no Judiciário e haja responsabilização.

Janaina defendeu que o depoimento da jovem seja incluído no processo. Dessa forma, contestando a conclusão dos peritos. A deputada garantiu que acompanhará o caso. Finalmente, ela defendeu que crimes dessa natureza não podem resultar em sensação de impunidade.

O caso e o laudo de inimputabilidade

O crime ocorreu em 24 de junho, quando Gleici foi encontrada morta com 16 facadas. A filha do casal, dormindo ao lado, foi esfaqueada e socorrida por vizinhos. Assim, Daniel foi encontrado no corredor da casa, com ferimentos e em estado de confusão. O processo criminal estava suspenso para avaliação de insanidade mental. Consequentemente, o laudo da Politec-MT concluiu que ele é inimputável. Entretanto, o réu segue preso preventivamente, medicado na unidade de custódia.

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