Júri Sorrisense Réu Ausente: Pai lamenta ausência em Sorriso

Foto do tribunal onde ocorre o júri, com foco na área onde o réu deveria estar presente, mas está ausente. Destaca o júri sorrisense com réu ausente.
A ausência do réu marca o início do júri em Sorriso, gerando revolta e clamor por justiça.
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O caminhoneiro Regivaldo Batista Cardoso expressa revolta com a ausência presencial do réu, Gilberto Rodrigues dos Anjos, de 32 anos, no júri sorrisense réu ausente que se inicia nesta quinta-feira (07) em Sorriso. Ele considera o fato uma covardia, pois o julgamento pode culminar na condenação de Gilberto. O pai e viúvo, Regivaldo, viu sua esposa, Cleci Calvi Cardoso (46), e as três filhas – Miliane (19), M.C.C (13) e M.G.C (10) – serem brutalmente assassinadas em novembro de 2023.

Covardia no Júri Sorrisense: Réu Ausente

“É uma covardia”, desabafou Regivaldo durante uma transmissão ao vivo com o advogado da família, Conrado Pavelski Neto. “Ele deveria ser obrigado a estar presente. Teve a coragem de invadir minha casa, então por que não estará aqui?”, questionou. Ele também lamenta a liberdade da lei para que o réu escolha. “Não muda nada para minha família, mas queria que ele visse o olhar de desprezo, da dor que ele causou à nossa família”, pontuou.

Gilberto Rodrigues dos Anjos, o principal suspeito pelo brutal crime, encontra-se detido na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. Portanto, ele acompanhará as audiências por meio de videoconferência. O júri está agendado para começar às 8h desta quinta-feira, sem previsão oficial para seu encerramento.

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Crime Chocante em Sorriso: Detalhes da Tragédia com Réu Ausente no Júri

O crime que abalou Sorriso ocorreu em uma residência na Travessa Dezembro, no bairro Florais da Mata. A mãe e suas três filhas foram encontradas nuas e mortas em diferentes cômodos da casa. Os corpos apresentavam múltiplas perfurações de faca, incluindo sinais de degolamento. As crianças foram encontradas em um quarto, enquanto os corpos da mãe e da filha mais velha estavam no corredor.

Conforme o delegado Bruno França, responsável pela investigação, o crime foi premeditado. Gilberto estava nas proximidades da residência e observava a rotina das vítimas. “A premeditação é óbvia, porque ele morava na obra ao lado do local do crime e, como todo predador sexual, já vinha espreitando as suas vítimas”, explicou França em coletiva de imprensa. Ele foi preso vestindo roupas íntimas das vítimas, o que, para o delegado, demonstra claramente que ele é um predador em série.

Ademais, durante seu depoimento à Polícia Civil, Gilberto Rodrigues dos Anjos confessou ter abusado sexualmente da mãe e de duas das filhas enquanto elas agonizavam. Ele também relatou que o primeiro ataque foi direcionado à genitora. O caso gerou grande comoção e clamor por justiça na comunidade local.

O julgamento, que se inicia nesta quinta-feira, é um marco importante para a família e para a cidade de Sorriso, que anseia por respostas e pela punição do responsável pelo terrível massacre. Acompanhe as atualizações sobre este júri sorrisense réu ausente e outros desdobramentos em nosso portal.

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