Isenção do IR: Lula cumpre promessa e beneficia quem ganha até R$ 5 mil

Imagem ilustrando o conceito de isenção do IR, com símbolo de dinheiro sendo protegido.
A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil foi aprovada, impactando positivamente o bolso do trabalhador.
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O deputado federal Emanuelzinho (MDB) destacou a recente aprovação da isenção do IR para quem fatura até R$ 5 mil. Ele creditou a iniciativa ao presidente Lula (PT).

Coragem para defender o povo: Isenção do IR beneficia milhares

“Parabéns ao presidente Lula pela coragem de contrariar interesses e defender o povo ao pautar o projeto da isenção do IR”, afirmou Emanuelzinho. Ele salientou que a matéria obteve aprovação unânime. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira (1º).

Emanuelzinho, ativo na comissão especial do tema, enfatizou: “Não inventou desculpas ou terceirizou responsabilidades. Foi lá e fez!”. Dessa forma, ele celebrou a liderança presidencial na conquista.

Cinco dos oito deputados federais de Mato Grosso votaram a favor do Projeto de Lei 1087/25. Este projeto concede desconto para zerar o Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) para quem recebe até R$ 5 mil mensais. Ademais, institui cobrança adicional para rendimentos tributáveis acima de R$ 600 mil anuais.

A favor votaram: Emanuelzinho; Coronel Fernanda (PL); Rodrigo da Zaeli (PL); Gisela Simona (União Brasil); e Coronel Assis (União Brasil). No entanto, três parlamentares mato-grossenses não registraram seu voto. Eles estiveram entre os 18 ausentes: José Medeiros (PL); Juarez Costa (MDB); e Nelson Barbudo (PL).

Juarez Costa justificou sua ausência devido a licença médica. Contudo, ele declarou apoio à medida: “Mas deixo claro: apoio a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil, uma medida que vai aliviar o bolso do trabalhador e garantir mais justiça tributária”.

José Medeiros criticou a proposta original do governo. Por outro lado, ele defendeu uma isenção maior: “Nós da Direita queremos isenção de R$ 10 mil, não só R$ 5 mil”. Ele alegou estar retornando da Bélgica, onde cumpriu agendas. Em suma, Nelson Barbudo não se pronunciou sobre a votação.

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