Em um julgamento marcado por tensão, o investigador Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, da Polícia Civil, reconstituiu o momento em que atirou contra o policial militar Thiago Ruiz, em 2023, em Cuiabá, em um tiroteio que deixou a cidade em choque. Além disso, a reprodução ocorreu no terceiro dia do tribunal do júri, no Fórum da Capital. Investigador afirma ter continuado atirando
Questionado pelo promotor Vinícius Gahyva Martins, Mário afirmou não saber quem tirou a arma de sua mão e disse ter acompanhado o movimento da vítima no momento dos disparos.
Ele também destacou: “Aquele momento eu acreditava que a arma estava em poder dele”, declarou.
Ele também destacou: “Enquanto eu tinha munição, eu continuei atirando”, justificando que temia ser morto se parasse.
Investigador afirma ter continuado atirando
Segundo a investigação, em determinado momento Thiago Ruiz teria mostrado a arma que portava na cintura. Em seguida, o investigador teria tomado o revólver e disparado contra o policial, que morreu no local.
Além disso, o julgamento segue sob tensão com direito a bate-boca e provocação entre defesa e acusação.
Na madrugada do dia 28 de abril de 2023, Thiago Ruiz chegou a uma conveniência em um posto de combustível próximo à Praça 8 de Abril, em Cuiabá, acompanhado de um amigo. Pouco depois, Mário Wilson chegou ao local e foi apresentado ao PM.
Imagens de segurança registraram os três conversando antes do crime. Em conclusão, o caso é um exemplo de como a tensão pode afetar a justiça.
- Thiago Ruiz foi morto em uma conveniência em Cuiabá.
- Mário Wilson, investigador da Polícia Civil, é acusado de ter atirado contra o PM.
- O julgamento segue sob tensão com bate-boca e provocação entre defesa e acusação.
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A investigação continua, e a justiça busca esclarecer os fatos. Além disso, a comunidade de Cuiabá aguarda ansiosamente o resultado do julgamento.










