Um gerente facção Cuiabá, K.L.S.D., apontado pela Polícia Civil de MT como peça-chave do Comando Vermelho, teve seu pedido de soltura negado. Portanto, o magistrado manteve a prisão preventiva.
Gerente facção Cuiabá: defesa alega motivos familiares
A defesa do acusado alegou que K.L.S.D. possui filhos menores e uma esposa grávida. Assim, requereu a revogação da prisão com medidas alternativas, como tornozeleira eletrônica.
Contudo, a defesa também argumentou sobre a ilicitude das provas. Inicialmente, ele era investigado por roubo a banco. No entanto, uma perícia no celular revelou sua ligação com a facção.
Gerente facção Cuiabá: provas são válidas
O juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal, considerou as provas legalmente obtidas. Dados do celular indicam sua atuação no tráfico de drogas. Além disso, interceptações e apreensões autorizadas judicialmente são válidas, segundo o STF.
Portanto, a prisão preventiva se faz necessária para a ordem pública. A gravidade dos crimes da facção, como tráfico e homicídios, reforça essa decisão.
Em conclusão, a natureza da organização criminosa mantém o risco de reincidência. Assim, medidas alternativas à prisão são inadequadas.
Por fim, o magistrado não encontrou comprovação da dependência exclusiva dos filhos e da esposa. Ele ressaltou que o processo segue normalmente, sem indícios de paralisação indevida. Para mais detalhes sobre decisões judiciais, acesse decisões em MT.









