Em uma operação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), a Polícia Federal (PF) investiga a fraude previdenciária e apreendeu uma bolsa de luxo supostamente comprada com dinheiro retirado de aposentados sem consentimento.
A investigação visa esclarecer a prática de crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, de constituição de organização criminosa, de estelionato previdenciário e de atos de ocultação e de dilapidação patrimonial.
Fraude Previdenciária Investigada pela PF
A operação contou com a execução de 19 mandados de busca e apreensão, dois de prisão e outras medidas cautelares diversas, no Ceará e no Distrito Federal (DF).
Além disso, a PF encontrou pilhas de dinheiro vivo e carros de luxo em endereços ligados aos investigados da Operação Indébito.
- A PF identificou Igor Oliveira Freitas, apontado como secretário pessoal da advogada Cecília Rodrigues Mota, considerada uma das líderes da organização criminosa.
- A deputada federal Maria Gorete Pereira (MDB-CE) teve seus endereços revistados e será obrigada a usar tornozeleleira eletrônica.
- Já os mandados de prisão miram o empresário Natjo de Lima Pinheiro e a advogada Cecília Rodrigues Mota.
Segundo a apuração, eles atuavam com o apoio de testas de ferro para movimentar os valores.
Por exemplo, uma bolsa Hermés Birkin de couro de crocodilo, vendida por grifes por cerca de US$ 75 mil, foi apreendida pela PF.
Além disso, a coluna apurou que as pilhas de dinheiro foram encontradas com Igor Oliveira Freitas.
No entanto, não foi revelado em posse de quem as bolsas estavam.
Os mandados judiciais foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do Ministro André Mendonça.
A investigação visa aprofundar as investigações da Operação Sem Desconto.
Portanto, a PF continua a investigar a fraude previdenciária.
Para ler mais sobre a Operação Indébito e a fraude previdenciária, acesse o nosso artigo “Operação Indébito: Fraude Previdenciária Investigada pela PF”.
Além disso, a PF continua a trabalhar para esclarecer a prática de crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais.
No entanto, a investigação ainda está em andamento.
Por exemplo, a PF encontrou pilhas de dinheiro vivo e carros de luxo em endereços ligados aos investigados da Operação Indébito.
Em conclusão, a PF continua a investigar a fraude previdenciária.










