Fraude em Consignados no Estado: Governo Abre Processo Contra 11 Bancos

Fraude em consignados no estado
Governo do Estado investe contra fraude em consignados
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

Em uma medida para evitar fraudes em empréstimos consignados, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Planejamento e Gestão, instaurou 11 procedimentos administrativos contra empresas que atuam com empréstimos consignados aos servidores públicos, focando em fraude em consignados no estado.

As instituições financeiras atingidas são:

  • Banco Agibank S.A
  • Banco BMG S.A
  • Banco Daycoval S.A
  • Banco Master
  • Banco Pine S.A
  • Banco Santander Brasil S.A
  • Eagle Sociedade de Crédito Direto S.A
  • Meucashcard Serviços Tecnológicos e Financeiros Ltda
  • Neo Instituição de Pagamento Ltda
  • Pix Card Serviços Tecnológicos e Financeiros Ltda
  • Taormina Soluções Financeiras

Além disso, o Governo já havia suspendido os repasses financeiros relacionados a cartões de crédito consignados e cartões de benefício utilizados por servidores públicos estaduais em contratos firmados com essas instituições.

Investigação sobre fraude em consignados no estado

Uma força-tarefa apurou preliminarmente as supostas fraudes nos empréstimos consignados e identificou irregularidades entre o que foi contratado pelo Governo e o efetivamente fornecido aos servidores pelas consignatárias.

As portarias destacam que uma força-tarefa apurou preliminarmente as supostas fraudes nos empréstimos consignados e identificou irregularidades entre o que foi contratado pelo Governo e o efetivamente fornecido aos servidores pelas consignatárias.

“Considerando que na análise realizada pela equipe auxiliar da Força-Tarefa, constatou-se déficit e vício informacional relevante, especialmente quanto à natureza jurídica da operação, apresentação de divergência entre a modalidade contratada e a registrada no sistema, à forma de amortização, à incidência de encargos financeiros e à real extensão do comprometimento da margem consignável, bem assim, ausência de comprovação documental da entrega ou ativação dos cartões de crédito ou benefício, bem como a indisponibilidade de faturas mensais”, diz um dos trechos das justificativas para os procedimentos.

A medida visa prevenir fraudes e proteger os direitos dos servidores públicos, que podem ser afetados pelas irregularidades identificadas. A investigação está em andamento e os resultados serão divulgados em breve.

Para saber mais sobre a investigação e as medidas adotadas pelo Governo, clique aqui.

Compartilhe :

Veja mais

Junte-se aos nossos leitores e receba conteúdo exclusivo e atualizado em primeira mão!