Facções criminosas no Mato Grosso
Em Cuiabá, a facção criminosa liderada por um conselheiro do crime, investigado na Operação Roleta Russa, mantém um esquema de controle territorial baseado em extorsão, promoção de eventos e ações assistenciais.
Segundo a Polícia Civil, a facção também utiliza eventos como festas em comunidades para reforçar a presença e ampliar a influência sobre os moradores. Por exemplo, além da comercialização de bebidas sob controle do grupo, há tentativa de aproximação com a população.
A prática, comum entre facções, busca criar uma espécie de aceitação social e fortalecer o vínculo com a comunidade. Em conclusão, a estratégia inclui ainda ações assistenciais, como distribuição de cestas básicas e realização de eventos em datas comemorativas.
Controle Territorial e Extorsão
As investigações indicam que o grupo também utilizava eventos como festas em comunidades para reforçar a presença da facção e ampliar a influência sobre os moradores. Além disso, a atuação inclui a cobrança de taxas de comerciantes locais, que são obrigados a pagar valores para continuar funcionando.
Segundo a Polícia Civil, o domínio exercido pelo faccionado é praticamente completo, com extorsão de comerciantes e controle sobre festas e venda de produtos ilícitos. Ao mesmo tempo, o grupo também busca criar uma espécie de aceitação social e fortalecer o vínculo com a comunidade.
Para mais informações sobre o controle territorial e a extorsão em Cuiabá, leia nosso artigo anterior: Controle Territorial e Extorsão em Cuiabá.
Ações Assistenciais e Aceitação Social
Segundo a Polícia Civil, a facção também utiliza ações assistenciais como distribuição de cestas básicas e realização de eventos em datas comemorativas para criar uma espécie de aceitação social. Por exemplo, o grupo realiza eventos como o Dia das Crianças para fortalecer o vínculo com a comunidade.
Em conclusão, a estratégia inclui ainda a cobrança de taxas de comerciantes locais e o controle sobre festas e venda de produtos ilícitos. No entanto, o grupo também busca criar uma espécie de aceitação social e fortalecer o vínculo com a comunidade.
Além disso, a investigação também menciona a participação de facções criminosas em outras partes do Mato Grosso, como em Cáceres e em operações como a Operação Território Livre.









