O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) manifestou-se pela continuidade da prisão preventiva e pronúncia ao Tribunal do Júri do ex-procurador AL mata, Luiz Eduardo Figueiredo Rocha e Silva. Ele é acusado de assassinar Ney Alves Muller, homem em situação de rua, com um tiro na cabeça. A instituição busca manter o advogado preso e levá-lo a júri popular.
Ex-procurador AL mata: defesa rebate MP
O parecer, assinado pelo promotor Samuel Frungilo, refutou integralmente os argumentos da defesa em recurso, contestando veementemente a alegação de legítima defesa. A vítima, Ney Alves Muller, era um homem vulnerável, dependente químico e com possível esquizofrenia.
O crime ocorreu em abril deste ano, nas proximidades da UFMT, em Cuiabá. O Ministério Público sustenta que, após ter o carro danificado por Ney, Luiz Eduardo iniciou uma perseguição e disparou contra o rosto da vítima, sem qualquer chance de reação. Ney morreu instantaneamente.
O laudo necroscópico confirmou o traumatismo cranioencefálico causado por disparo de arma de fogo à distância. Imagens de câmeras de segurança também demonstraram que o ataque foi rápido, durando menos de cinco segundos. Dessa forma, a narrativa de legítima defesa apresentada pelo acusado é considerada frágil e duvidosa.
Além disso, o histórico da vítima, marcado pela vulnerabilidade social, não pode justificar o crime. O MP também ressaltou que Ney não possuía meios de reparar o dano material ao ex-procurador da ALMT. A instituição defende que o homicídio foi motivado por vingança e praticado com recurso que dificultou a defesa da vítima.
Por fim, o processo agora segue para o Tribunal do Júri, onde os jurados decidirão sobre a responsabilidade penal do ex-procurador AL mata. O MP pede a manutenção da prisão preventiva, citando a gravidade do crime e a necessidade de resguardar a ordem pública. Para mais informações sobre crimes em Mato Grosso, acompanhe as atualizações. Juíza recebe denúncia e procurador da AL se torna réu por morte de morador de rua.









