Júri de ex-PM por feminicídio em Cuiabá: o caso Almir Monteiro

Foto externa do Fórum de Cuiabá, local do júri sobre o caso de ex-policial feminicídio Cuiabá.
Fachada externa do Fórum de Cuiabá, onde ocorre o julgamento.
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O julgamento do ex-policial militar Almir Monteiro dos Reis pelo brutal feminicídio da advogada Cristiane Castrillon da Fonseca Tirloni, um caso que chocou a região, o ex-policial feminicídio Cuiabá, inicia nesta quinta-feira (25). Os crimes de estupro e feminicídio ocorreram em agosto de 2023 na residência do réu.

O júri do ex-policial feminicídio Cuiabá

Presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, o júri acontece no Fórum de Cuiabá. A expectativa é de que a sessão se encerre ainda hoje. Por se tratar de um processo sigiloso, apenas pessoas diretamente ligadas ao caso poderão acompanhar.

Portanto, para garantir a lisura do processo, o acesso da imprensa ao plenário será restrito.

Para a condução do julgamento, estão previstas oitivas de seis testemunhas. Em seguida, o réu será interrogado pessoalmente. A segunda fase envolverá os debates entre acusação e defesa. Além disso, a Defensoria Pública atuará na defesa.

No entanto, a decisão final caberá a um Conselho de Sentença, com sete jurados (seis homens e uma mulher). Estes responderão a quesitos formulados pela magistrada. Na sala secreta, a votação ocorre por maioria simples, com a sentença sendo proferida posteriormente.

Assim sendo, informações oficiais serão divulgadas pela assessoria do gabinete da magistrada. A família da vítima, por sua vez, emitirá uma carta aberta após o veredito.

Para manter a rotina do Fórum, a captação de imagens será permitida apenas na fachada externa do prédio. Acesse mais informações sobre casos na região em Portal163 Cuiabá.

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