Em uma decisão tomada nesta terça-feira (23), o desembargador Hélio Nishiyama negou o pedido de habeas corpus e manteve a prisão de Alexandre Franzner Pisetta, acusado de espancar, ameaçar de morte, descumprir medidas protetivas e estuprar a ex-namorada, Stephany Leal (21), em Cuiabá.
Além disso, o magistrado destacou que as condutas do acusado revelam “escalada de violência, desprezo às decisões judiciais e risco concreto à integridade física e psicológica da vítima”, justificando a manutenção da prisão preventiva.
De acordo com a decisão, Alexandre é acusado de agredir a vítima com tapas, socos e chutes, além de mantê-la trancada em casa contra a vontade, quando ela tentou encerrar o relacionamento, que durou cerca de um ano e meio.
Estuprador permanece preso
A decisão do desembargador foi tomada durante o recesso forense e reitera a importância de manter a prisão preventiva como medida capaz de assegurar o cumprimento das medidas protetivas e impedir a concretização das ameaças feitas pelo acusado.
No entanto, a defesa de Alexandre ainda pode recorrer da decisão e tentar revogar a prisão preventiva.
Relembre a história
Confira o relato da vítima publicado no Portal 163 e saiba mais sobre o caso.
Além disso, a decisão do desembargador destaca a importância de manter a prisão preventiva como medida capaz de assegurar o cumprimento das medidas protetivas e impedir a concretização das ameaças feitas pelo acusado, portanto, a prisão deve ser mantida.
Em conclusão, a decisão do desembargador é uma vitória para a justiça e uma garantia de segurança para a vítima e para a sociedade como um todo.
Ademais, a decisão do desembargador reitera a importância de manter a prisão preventiva como medida capaz de assegurar o cumprimento das medidas protetivas e impedir a concretização das ameaças feitas pelo acusado, por exemplo, a prisão deve ser mantida.
Em resumo, a decisão do desembargador é um passo importante na direção certa e deve ser aplaudida por todos que defendem a justiça e a segurança.










