Estudiantes e Rosario Central protagonizaram uma final da Supercopa Internacional marcada por confusão e briga generalizada. A partida, disputada neste sábado, 26 de setembro de 2026, no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, terminou com vitória do Rosario Central por 3 a 1.
O confronto começou com o Estudiantes abrindo o placar logo aos dois minutos, com gol de Alexis Castro. No entanto, o Rosario Central virou ainda no primeiro tempo com dois gols de Di María, o segundo de pênalti nos acréscimos.
No segundo tempo, o Estudiantes pressionou em busca do empate, mas a arbitragem de Darío Herrera gerou revolta. Aos 45 minutos, a bola bateu no braço de Ignacio Ovando dentro da área do Rosario, mas o pênalti não foi marcado.
Revolta e briga na final da Supercopa Internacional
Na sequência, Julián Fernández marcou o terceiro gol do Rosario nos acréscimos, sacramentando o título. Esse lance foi o estopim para a confusão generalizada, que começou ainda no gramado e prosseguiu no túnel de acesso aos vestiários.
No caminho, houve trocas de socos e empurrões entre os jogadores. O presidente do Estudiantes, Juan Sebastián Verón, entrou no gramado para protestar contra a arbitragem. Na entrega das medalhas, a equipe do Estudiantes aplaudiu a arbitragem em forte protesto.
Di María, do Rosario, afirmou em entrevista: “Foi lamentável. Não fizemos nada para que isso acontecesse. Eles terão as suas desculpas. Nós vamos curtir esse momento”.
O Estudiantes é adversário do Flamengo na semifinal da Libertadores. O time recebe o Flamengo no dia 15 de outubro, e a volta acontece na semana seguinte, no Maracanã. O outro finalista sairá de Fluminense e Palmeiras.










