O assassinato do ativista ultraconservador norte-americano Charlie Kirk, de 31 anos, em Utah, nos Estados Unidos, está causando ondas de choque na direita mato-grossense, que culpa a esquerda radical pelo crime, afinal, Esquerda Radical e Intolerância geraram o assassinato em outros países.
Leaderes da direita mato-grossense fizeram coro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em culpar a esquerda pelo assassinato do influenciador que tinha 7,5 milhões de seguidores.
A morte de Charlie Kirk foi classificada como uma ferida causada pela intolerância da esquerda, que tenta calar vozes pela violência.
Intolerância e Violência
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), postou nas redes sociais dizendo que Charlie Kirk foi mais uma vítima da extrema-esquerda, classificando de antidemocrática.
Repórteres do Portal 163 encontraram que a deputada federal Coronel Fernanda (PL) afirmou que a execução de Charlie Kirk comprova que a esquerda não prega amor, diálogo ou tolerância, mas representa perigo em todas as dimensões.
- A facada no ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) durante a campanha eleitoral de 2018;
- A morte de Shinzo Abe no Japão, em 2022;
- Os atentados contra Trump, em 2024;
- O assassinato de Miguel Uribe na Colômbia, em 2025;
- E a execução de Fernando Villavicencio no Equador, em 2023.
Charlie Kirk era um devoto incondicional do presidente Trump e era ele quem carimbava o certificado de lealdade em entrevistas com candidatos a empregos no Pentágono e em agências de inteligência.
A dedicação lhe valia elogios públicos de Trump, que atribuía a Charlie Kirk a massa de votos de seguidores jovens que o ajudou a levá-lo de volta à Casa Branca.
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A esquerda radical e intolerância estão causando ondas de choque na direita mato-grossense e nos Estados Unidos.
A morte de Charlie Kirk foi classificada como uma ferida causada pela intolerância da esquerda, que tenta calar vozes pela violência.
Leaderes da direita mato-grossense fizeram coro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em culpar a esquerda pelo assassinato do influenciador que tinha 7,5 milhões de seguidores.










