Esposa de PM solta: juiz nega indícios no caso

A mulher de óculos escuros, sorrindo levemente, ao lado de advogados.
A esposa de PM solta teve a prisão revogada. O juiz apontou falta de indícios de autoria ou participação no crime.
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A esposa de PM solta, Aline Valandro Kounz, teve a prisão temporária revogada pelo juiz Pierro de Faria Mendes, da Comarca de Várzea Grande. Ela é suspeita de envolvimento na morte da personal trainer Rozeli da Costa Nunes.

Juiz nega indícios contra a esposa de PM solta

Segundo o magistrado, não foram encontrados indícios de autoria ou participação no crime por parte de Aline. A mulher se apresentou voluntariamente na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) acompanhada de seus advogados.

Após prestar depoimento, Aline declarou à imprensa sua inocência, enquanto era conduzida para a audiência de custódia. Simultaneamente, o marido de Aline, soldado da Polícia Militar Raylton Duarte Mourão, confessou a autoria dos disparos contra Rozeli.

O militar alegou ter sido atormentado por demônios dias antes do crime. Contudo, a versão apresentada por ele na audiência de custódia, onde teve a prisão mantida, foi contestada pelo delegado Bruno Abreu Magalhães.

O delegado afirmou que o PM mentiu sobre o uso de medicamentos controlados para depressão e síndrome do pânico. Conforme o delegado, o militar negou o uso em seu depoimento inicial e também na audiência de custódia, o que configura uma contradição.

Portanto, a investigação aponta para uma possível omissão de verdade por parte do soldado. O crime ocorreu em 11 de setembro, no bairro Canelas, em Várzea Grande.

Rozeli foi morta enquanto se dirigia ao trabalho, dentro de seu próprio carro. Câmeras de segurança registraram o momento em que a vítima foi seguida por dois suspeitos em uma moto e, em seguida, baleada com o veículo em movimento. A análise das imagens é crucial para a continuidade das investigações.

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