THIAGO STOFEL
DA REDAÇÃO
Em depoimento, o policial militar aposentado e diretor de uma escola militar Elias Ribeiro da Silva, que confessou ter matado o jovem Claudemir Sá Ribeiro, de 26 anos, na noite deste domingo (23), disse que acreditava que o jovem era membro de uma facção criminosa, e que estaria o ameaçando.
Para a polícia, Elias disse que soube que Claudemir era disciplina do CV e estaria dizendo para comparsas que o diretor da escola militar Tiradentes estaria oprimindo membros da facção dentro da instituição de ensino.
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Na noite do crime, ele contou que estava no bar e foi até ao banheiro. Ao sair, foi abordado por um membro da facção, que teria feito ameaças contra ele, e que a vítima teria confirmado as supostas denúncias. Ao sair do estabelecimento, Elias alega que foi confrontado por Claudemir, que teria ameaçado sacar uma arma de fogo. Neste momento, ele atirou na vítima.
Apesar da versão, o delegado Ronaldo Binnoti Filho, disse que a versão apresentada vai contra os testemunhos de todos presentes no bar, e principalmente, contra o vídeo gravado por uma câmera de segurança.
Na imagem, a vítima não fez nenhuma ação contra o suspeito, e, segundo o delegado, foi alvo de um ato de covardia.
Segundo apuração, o policial aposentado teria ficado irritado por pagar bebidas para mulheres que não estavam correspondendo as investidas dele, sendo que uma das jovens é ex-namorada da vítima.
O caso segue sob investigação.
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