Uma visitante foi presa em flagrante neste domingo (26), ao tentar entrar na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, com pelo menos 300 g de droga escondida na vagina.
Durante o procedimento de revista eletrônica de acesso à unidade prisional, as imagens geradas pelo body scan — que funciona como uma máquina de raios X de corpo inteiro — apontaram a presença de um objeto estranho na região pélvica. Além disso, as autoridades deram continuidade aos procedimentos cabíveis, seguindo o protocolo de segurança. Em situações como essa, a detecção por meio de tecnologia permite agir com rapidez, resguardar a integridade de funcionários e internos, bem como a confidencialidade das informações pertinentes ao caso.
A mulher negou que estivesse transportando qualquer material ilícito ao ser informada sobre o resultado da inspeção, mantendo a versão de que não haveria motivo para suspeitar de irregularidades. Contudo, diante da constatação, os profissionais da Penitenciária e da Polícia Penal orientaram a submissão a exames médicos e a procedimentos adicionais, com o objetivo de confirmar ou refutar a alegação apresentada pela visitante. Além disso, a equipe ressaltou que, em operações de revista, a documentação fotográfica é essencial para registrar cada etapa do procedimento e para fins de fiscalização.
Leia também: Além disso, diante da situação, a equipe da Polícia Penal encaminhou a mulher a uma unidade de saúde, onde foi realizado um exame de raios X. Portal163.
droga escondida na vagina: confirmação médica
O exame de raio X confirmou a presença de um invólucro introduzido na vagina da visitante, o que corrobora as suspeitas iniciais. Esse tipo de constatação exige cuidado médico imediato, a fim de prevenir complicações associadas à retirada do material, bem como garantir a preservação de provas. Em seguida, ela passou pelos procedimentos médicos necessários para a retirada do material, que totalizou aproximadamente 300 gramas de entorpecente. A chegada da equipe de assistência médica permitiu a remoção sob supervisão, com protocolo de segurança, higiene e registro de ocorrência.
A visitante recebeu voz de prisão e foi conduzida à delegacia. A droga foi apreendida, e as autoridades continuam apurando a origem e o destino do material, bem como os possíveis vínculos com outras atividades ilícitas. A ação reforça o papel das forças de segurança na prevenção de entradas de substâncias proibidas em unidades prisionais, bem como em todo o estado, especialmente quando há uso de recursos tecnológicos para a detecção.
Para contextualizar, a operação ocorreu em ambiente de alto controle de acesso, com a finalidade de evitar incidentes que colquem em risco a integridade de pessoas e bens dentro do complexo prisional. Em conjunto com a perícia, as autoridades de segurança mantiveram a análise de riscos, o que pode resultar em medidas administrativas e criminais conforme o andamento do inquérito.
Transições claras ajudam a narrativa: portanto, após a apuração, a polícia pode detalhar as etapas do processo, desde a abordagem até a lavratura de boletim de ocorrência. Assim, fica evidente que, diante de qualquer indício de irregularidade durante a revista, a prática recomendada é manter o protocolo, preservar as provas e informar as autoridades competentes para as providências cabíveis. Para mais informações, consulte Portal 163.








