Ao chegar à convenção do União Brasil, na manhã desta quinta-feira (30), o senador Jayme Campos afirmou que a candidatura ao Governo de Mato Grosso deveria ser definida por aclamação. Além disso, por ser o único nome apresentado para disputar o Palácio Paiaguás pelo partido, não haveria necessidade de votação interna. A convenção é vista como decisiva para o cenário político do estado.
- Definição por aclamação para a candidatura ao Governo
- Debate sobre apoiar Otaviano Pivetta ou lançar candidatura própria
- 51 delegados terão voto nesta convenção
definida por aclamação
Leia mais sobre o tema no Portal 163.
Antes do início da votação, Jayme demonstrou confiança na vitória e, no entanto, afirmou esperar o apoio da maioria dos delegados presentes. “Eu espero que haja a maioria dos votos aqui, dos presentes que estarão comparecendo nesta convenção. Evidentemente, isso é uma democracia. O voto é soberano”, declarou.
No entanto, o senador criticou a realização da convenção para definir a candidatura ao Governo. Segundo ele, como não existe outro pré-candidato disputando a indicação do partido, a escolha deveria seguir o mesmo modelo adotado para as demais candidaturas. “Nós não tínhamos que ter nem convenção. Você tem apenas um nome que o partido está apontando. Eu imagino que seria natural ser feita a votação por aclamação, como vai ser para deputado estadual, deputado federal e para o próprio senador da República”, afirmou.
Jayme voltou a defender que a indicação deveria ocorrer de forma automática. “Nesse caso, particularmente, eu imagino que tinha que ser por aclamação. Entretanto, para evitar qualquer confusão, nós estamos dispostos, com certeza, a vencer todas as barreiras. Nós vamos vencer de forma democrática”, disse.
A convenção ocorre em meio a uma divisão interna na legenda. Enquanto Jayme defende candidatura própria ao Governo, um grupo liderado pelo ex-governador Mauro Mendes trabalha para que o União Brasil apoie Otaviano Pivetta na disputa pelo Palácio Paiaguás. Portanto, a decisão depende dos filiados, com 51 delegados votando nesta manhã, o destino do partido nestas eleições.
Ainda, apesar do impasse, o senador afirmou confiar na decisão dos filiados e disse que, caso seja escolhido, disputará a eleição contra o grupo governista. No total, 51 delegados do partido terão direito a voto e decidem, nesta manhã, o rumo do partido nestas eleições.










