Por 22 votos favoráveis, a Câmara de Cuiabá aprovou, em segunda votação, a proibição de livros eróticos em escolas municipais. A proposta, do vereador Rafael Ranalli (PL), agora depende da sanção do Poder Executivo. Contudo, a decisão ganhou força após a rejeição do parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).
Restrição aos livros eróticos em escolas municipais
O texto veda o uso e a distribuição de materiais com conteúdo sexual explícito ou implícito. Portanto, palavrões, imagens ou textos que exponham atos sexuais estão vedados. No entanto, a abordagem científica sobre o sistema reprodutivo humano, adequada à faixa etária, continua permitida. Isso assegura que o ensino sobre sexualidade seja tratado de forma pedagógica.
Em sua justificativa, Ranalli defende a medida como um meio de preservar o ambiente escolar. Ele argumenta que a infância e a adolescência são fases cruciais para o desenvolvimento. Por isso, materiais com teor erótico podem impactar negativamente a formação emocional dos estudantes.
Além disso, o vereador enfatiza que a proposta não interfere no ensino científico sobre sexualidade. Em vez disso, foca na proibição de conteúdos de natureza erótica. Um exemplo semelhante ocorreu em Londrina (PR), que aprovou uma lei com o mesmo teor em março deste ano. Para mais informações sobre temas educacionais, visite nosso portal.
Os benefícios apontados incluem a proteção ao desenvolvimento emocional dos alunos. Promove-se, ademais, uma educação ética e responsável, respeitando os direitos dos pais. Em conclusão, a aprovação visa fortalecer a educação pública com foco em valores morais.










