Em uma ação penal movida pelo Ministério Público de Mato Grosso, o juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, tornou réus os empresários Márcio Júnior Alves do Nascimento e Eliza Severino da Silva pelos crimes de lavagem de dinheiro, ocultação e dissimulação de valores provenientes dos crimes de associação criminosa, estelionato e infrações contra as relações de consumo, em Cuiabá.
Os empresários cometeram calote em mais de R$ 7,9 milhões contra 353 pessoas, incluindo estudantes universitários que contrataram serviços de formatura e fotografia, por meio das empresas Imagem Serviços de Eventos Ltda e Graduar Decoração e Fotografia Ltda, em Cuiabá.
Além disso, a situação financeira crítica levou à adoção de estratégias criminosas, como a venda de serviços inexistentes e a promoção de antecipação de pagamentos, resultando no encerramento das atividades sem a entrega dos serviços contratados, em Cuiabá.
Conforme publicado pelo Rdnews, Márcio e Eliza foram presos no mês de maio, porém soltos no mês seguinte.
Os dois foram alvos da Operação Ilusion, da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), no dia 20 de maio.
Márcio se entregou em Cuiabá, enquanto Eliza se entregou na delegacia de Maringá, no Paraná.
A investigação da Polícia Civil aponta que o casal teria planejado, desde setembro do ano passado, fechar o estabelecimento e aplicar o golpe em Cuiabá.
Formandos de mais de 40 turmas de diversas universidades e faculdades em Cuiabá, Várzea Grande e cidades do interior dos Estados de Mato Grosso e de Rondônia foram prejudicados pela empresa.
As vítimas vão de cursos de medicina até turmas de escolas públicas e particulares.
De acordo com o delegado da Decon, Rogério Ferreira, nas investigações ficou claro que os empresários sabiam que não conseguiriam cumprir os compromissos firmados e planejaram o fechamento da empresa pelo menos quatro meses antes de efetivamente fecharem as portas em Cuiabá.
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Por exemplo, as empresas Imagem Eventos e Graduar Decoração e Fotografia foram fechadas abruptamente em Cuiabá, induzindo várias vítimas ao erro, com falsas promessas de prestação de serviços que nunca ocorreram em Cuiabá.
Em conclusão, a situação financeira crítica levou à adoção de estratégias criminosas, como a venda de serviços inexistentes e a promoção de antecipação de pagamentos, resultando no encerramento das atividades sem a entrega dos serviços contratados em Cuiabá.
Portanto, o juiz entendeu que as provas mencionadas na denúncia são elementos suficientes para o desencadeamento da ação penal em Cuiabá.
Além disso, a investigação da Polícia Civil aponta que o casal teria planejado, desde setembro do ano passado, fechar o estabelecimento e aplicar o golpe em Cuiabá.
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