A CS Mobi recusa CPI e criticou a postura do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), em nota oficial. A empresa rejeitou o convite para participar da reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que apura o contrato da Parceria Público-Privada (PPP) de 30 anos.
CS Mobi recusa CPI em meio a acusações
A reunião estava marcada para esta quarta-feira (24), com a presença do prefeito e do gerente-geral da CS Mobi, sob mediação da CPI. No entanto, a empresa optou por não comparecer, entendendo que Abilio Brunini pretendia um “embate midiático”. Além disso, a CS Mobi ressaltou que sempre atendeu a todos os pedidos de esclarecimento da Câmara.
A CPI, instaurada em fevereiro, busca investigar possíveis irregularidades no contrato da PPP, incluindo a legalidade das cláusulas e o repasse mensal de R$ 650 mil.
Porém, a empresa alega que as manifestações do prefeito são desrespeitosas e inverídicas. A CS Mobi afirma que o embate midiático promovido por ele não beneficiaria o debate público e poderia gerar insegurança jurídica.
Ademais, a companhia destacou seu histórico de colaboração e transparência com o Legislativo, sempre cumprindo com as solicitações e comparecendo quando convidada.
Em sua nota, a CS Mobi esclarece que, diante do contexto, declinará do convite, mas permanecerá à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários, sempre em conformidade com a lei. Ressalta-se o entendimento de que o embate midiático que o Sr. Prefeito pretende promover em nada beneficiará o debate público.
A parceria em questão engloba contrapartidas como a revitalização do Centro Histórico e a reconstrução do Mercado Municipal Miguel Sutil. A CS Mobi reafirma sua disposição em fornecer todos os esclarecimentos legais sobre a parceria. Para mais informações sobre o tema, acesse nosso portal: Notícias de Política.
Portanto, a decisão da CS Mobi recusa CPI demonstra a tensão atual entre a empresa e a prefeitura de Cuiabá.










