A CS Mobi recusa convite da Câmara Municipal para depor na CPI que investiga o contrato da Parceria Público-Privada (PPP) de 30 anos. A empresa criticou a postura do prefeito Abilio Brunini (PL), considerando-a desrespeitosa.
CS Mobi recusa convite e alega “embate midiático”
A decisão ocorreu após o prefeito tecer comentários sobre a lentidão da CPI e insinuar desinteresse dos membros. A Comissão quis promover um encontro entre o gestor e a empresa. Em nota oficial, a CS Mobi rejeitou a participação, argumentando que Abilio visava um “embate midiático”, dado o seu interesse em romper o contrato.
A empresa destacou que sempre atendeu a todas as solicitações da Câmara. “A CS Mobi esclarece que dado o atual contexto de manifestações altamente desrespeitosas, inverídicas e combativas do Sr. Prefeito, declinará do convite e permanecerá à disposição para prestar todos os esclarecimentos cabíveis, sempre em estrita observância ao ordenamento jurídico”, afirmou a nota.
A CPI, instaurada em fevereiro, apura possíveis irregularidades no contrato, buscando avaliar a legalidade das cláusulas, a vantajosidade do acordo e o repasse mensal de R$ 650 mil. A parceria inclui contrapartidas como a revitalização do Centro Histórico e a reconstrução do Mercado Municipal.
A empresa reiterou que os questionamentos do prefeito não condizem com a realidade. Contudo, a CS Mobi afirma cumprir rigorosamente o contrato e os investimentos necessários, mesmo diante de inadimplências do Poder Concedente. A CS Mobi recusa convite para evitar um debate que não beneficiaria o público e poderia gerar insegurança jurídica. Mais informações sobre o caso podem ser encontradas em notícias políticas.
Em conclusão, a CS Mobi mantém-se disponível para prestar esclarecimentos, desde que em conformidade com a lei e longe de exposições midiáticas prejudiciais.










