Crise financeira em VG: Câmara e prefeitura sob tensão

Crise financeira em VG: prefeita debate contenção de gastos com a Câmara e projetos parados.
Medidas de remanejamento e projetos parados na Câmara prejudicam serviços essenciais em VG.
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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), responsabilizou diretamente o presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), pela crise financeira em VG. Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (16), ela afirmou que a falta de aprovação de projetos considerados essenciais pelo Executivo tem impedido o acesso a recursos e dificultado a manutenção das contas públicas. Justiça bloqueia R$ 19 milhões: calamidade financeira VG.

CRISE FINANCEIRA EM VG

Ademais, decretos publicados colocaram o município e o Departamento de Água e Esgoto (DAE) em calamidade financeira. Além disso, a prefeita explicou que o quadro fiscal se agravou por decisões do Legislativo, segundo ela, que engessa recursos e atrapalha a gestão local.

“Desde que assumi, pedi apoio ao presidente Wanderley Cerqueira, mas ele decidiu engessar e atrapalhar a prefeitura e a cidade toda”, disse a prefeita.

Ela também acusa o presidente da Câmara de reduzir de 30% para 5% a margem de remanejamento do orçamento municipal, limitando a capacidade de realocar recursos entre secretarias. Portanto, essa medida compromete verbas para áreas prioritárias, dificultando o funcionamento da máquina pública e agravando a crise financeira em VG.

  • Wanderley Cerqueira é apontado como responsável por engessar recursos.
  • A margem de remanejamento caiu de 30% para 5%.
  • Mais de 25 projetos de lei estão parados na Câmara.

Outro ponto é que mais de 25 projetos de lei enviados pelo Executivo permanecem parados há meses na Câmara Municipal. “Hoje, temos mais de 25 projetos de leis cruciais parados na Câmara Municipal há meses. Projetos que liberam recursos para a saúde, educação e custeio da cidade. Todos precisam ser votados, mas esses projetos não são sequer pautados pelo presidente”, disse a prefeita.

Flávia reiterou que a postura tem motivação política e transfere para a Prefeitura a responsabilidade pela falta de investimentos e pela dificuldade na prestação de serviços públicos. Ainda assim, a população pode interpretar essa situação como falta de diligência administrativa.

Apesar das críticas, a prefeitura afirmou que adotará medidas para preservar serviços essenciais e o pagamento dos servidores, enquanto reorganiza as finanças do município. A gestão continua buscando caminhos para regularizar a situação financeira em VG. Para acompanhar o vídeo e as informações, acesse o Portal 163. Leia também: Justiça bloqueia R$ 19 milhões: calamidade financeira VG.

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