CPI Fraudes Fiscais Cuiabá: Justiça nega pedido e avança

Imagem abstrata simbolizando investigações financeiras em Cuiabá, com foco em fraudes.
Avanço nas investigações sobre irregularidades financeiras em Cuiabá e combate a fraudes.
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A Justiça negou o pedido do ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PSD), para suspender os trabalhos da CPI das fraudes fiscais Cuiabá. Portanto, as investigações seguem seu curso normal.

CPI das Fraudes Fiscais avança contra irregularidades

Com a decisão judicial, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Fraudes Fiscais seguirá com seus interrogatórios agendados. Na próxima segunda-feira, 22 de abril, a partir das 14h30, serão ouvidos os ex-secretários de Planejamento, Márcio Alves Puga e Éder Galiciani. Além disso, os membros da comissão requisitaram à Controladoria-Geral do Município cópias de documentos essenciais.

Em especial, foram solicitados o encaminhamento feito ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a Nota Recomendatória expedida aos ordenadores de despesas. A vereadora Michelly Alencar (União Brasil), presidente da CPI, assegura que já foram identificados pontos cruciais sobre possíveis irregularidades financeiras no município até 2024.

A investigação baseia-se em três relatórios da Controladoria-Geral do Município. Estes documentos apontam despesas sem cobertura financeira na ordem de R$ 295 milhões. Ademais, constam R$ 369,6 milhões em obrigações sem autorização orçamentária e R$ 11,1 milhões em agendamentos bancários para 2025, após o término do mandato atual.

Anteriormente, já foram ouvidos o atual secretário de Economia, Marcelo Bussiki; o controlador-geral, Wesley Bucco; e o ex-secretário de Fazenda, Antônio Roberto Possas de Carvalho. Contudo, ainda não há previsão para o encerramento dos trabalhos da CPI das fraudes fiscais Cuiabá.

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