O ex-secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, defendeu suas ações à frente da pasta durante a pandemia de Covid-19. Além disso, ao comentar os trabalhos da CPI da Saúde, relembrou ter se colocado em risco para ajudar a população, citando que a CPI é vista por alguns como a CPI da Saúde negacionista. Ele destacou que sua atuação ocorreu dentro da legislação federal e estadual vigente e que não buscou atalhos ou decisões precipitadas. Em tom firme, salientou que enfrentou críticas, pressões políticas e cansaço institucional, mas que permaneceu fiel aos marcos legais. Portal 163
“Coloquei minha vida em risco para ajudar a salvar o maior número possível de pessoas. Eu e centenas de heróis, profissionais da saúde, que trabalharam dia e noite para salvar vidas. Fiz tudo dentro da legislação federal e estadual vigente e não me arrependo de nenhuma decisão”, afirmou o ex-secretário.
Para ele, as decisões adotadas durante a gestão, especialmente no período da pandemia, foram tomadas com base em critérios legais e técnicos. Portanto, ele afirma estar tranquilo em relação à atuação da CPI. Ele também reforça que, na leitura dele, a CPI da Saúde negacionista busca definir quais vidas deveriam ter sido salvas. Ademais, ressaltou que o objetivo da gestão foi proteger a população sem colocar em risco recursos já escassos. Ademais, destacou a importância da transparência e do acompanhamento contínuo dos impactos das medidas adotadas.
- Expansão acelerada de leitos clínicos e de UTI para atendimento exclusivo de pacientes com Covid-19.
- Abertura de aproximadamente 300 novos leitos de UTI em seis meses, atendendo 17 hospitais em 14 municípios.
- Descentralização do atendimento, reduzindo a concentração de leitos em Cuiabá e Várzea Grande.
- Fortalecimento da rede hospitalar estadual e incorporação de equipamentos que permaneceram após a crise.
Entre os principais resultados permanentes, destacam-se a ampliação estrutural do Hospital Metropolitano, o aumento da oferta de leitos de UTI e a expansão da capacidade de atendimento no interior. Além disso, a atuação durante a pandemia consolidou a rede de serviços de saúde de Mato Grosso. Ademais, os indicadores de mortalidade hospitalar mostraram melhoria em várias regiões, apontando para um sistema de assistência mais robusto e resiliente.
Para leitura adicional, acesse conteúdo relacionado no Portal163. Assim, a discussão sobre a CPI da Saúde negacionista permanece no centro dos debates públicos no estado.









