A coleta de lixo Várzea Grande registrou uma marca expressiva nos últimos 11 meses. Um relatório apresentado pela LOCAR Saneamento Ambiental à Prefeitura detalha a movimentação de resíduos entre novembro de 2024 e outubro de 2025, evidenciando um serviço robusto e eficiente.
Resultados da coleta de lixo Várzea Grande demonstram excelência
Ao todo, o município viu a remoção de 71.742,14 toneladas de resíduos. Estes materiais foram devidamente encaminhados à CTR Pantanal, sob um controle diário rigoroso. Cada aspecto do processo foi meticulosamente registrado, garantindo transparência total no peso, rota, veículo, turno e setor de coleta.
A eficiência no atendimento ao cidadão atingiu um índice médio notável de apenas 0,19%. Isso se traduz em uma média de 1,87 ocorrências para cada mil saídas de caminhão, todas prontamente solucionadas pela equipe da LOCAR. A meta diária de coleta foi atingida em uma média de 98,62%.
No âmbito financeiro, a empresa operou com aproximadamente 71,79% do teto mensal contratual. Essa gestão resultou em uma economia de R$ 9,58 milhões para os cofres públicos, demonstrando que o município paga apenas pelos serviços efetivamente prestados.
Apesar de um acúmulo de R$ 7,01 milhões em notas fiscais pendentes de pagamento, o que representa quase quatro meses de faturamento médio, a LOCAR manteve a regularidade do serviço. Dessa forma, a coleta de resíduos seguiu sem interrupções, salvaguardando a saúde pública da população.
Em paralelo ao relatório detalhado sobre a coleta de lixo Várzea Grande, a LOCAR formalizou um pedido à prefeita para a prorrogação do Contrato nº 260/2024. A solicitação visa garantir a continuidade de um serviço essencial.
O ofício apresentado inclui uma série de documentos digitais com QR Codes para conferência. Assim, os dados permitem uma auditoria completa de boletins, relatórios fotográficos, trilhas de GPS e comprovantes de regularidade, assegurando a confiabilidade das informações.
O relatório também faz referência a decisões favoráveis do Tribunal de Contas do Estado e do Poder Judiciário. Tais decisões validaram a legalidade do contrato, afastando alegações de nulidade e reforçando a segurança jurídica do serviço.
Estudos indicam que uma ruptura contratual e uma contratação emergencial poderiam onerar o município em mais de R$ 4,3 milhões anuais. Ademais, tais medidas apresentariam riscos de descontinuidade na coleta e potenciais impactos sanitários negativos.
“Nosso compromisso em Várzea Grande sempre foi técnico e transparente”, afirmou a empresa no documento. “Operar com qualidade, prestar contas com dados auditáveis e garantir a continuidade de um serviço essencial para a cidade são nossas prioridades.”
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