Quando se fala em câncer de pele, a primeira coisa que vem à mente é a exposição ao sol em momentos de lazer, mas o risco ainda é subestimado, especialmente quando se trata de trabalhadores expostos ao sol diariamente, como mencionado pela Pesquisa Nacional de Saúde, que aponta cerca de 23 milhões de trabalhadores brasileiros expostos à radiação solar de forma ocupacional.
Segundo o patologista Carlos Aburad, os principais grupos de risco incluem pessoas de pele clara, idosos, imunossuprimidos, trabalhadores expostos ao sol e pessoas com lesões pré-existentes, como queratoses actínicas e cicatrizes crônicas.
Câncer de Pele: Exposição Solar no Trabalho é Fator de Risco
O diagnóstico precoce é determinante, pois quando identificado no início, o câncer de pele tem altas chances de cura, geralmente com procedimentos menos invasivos.
Os sinais mencionados são: feridas que não cicatrizam, manchas que mudam de cor ou crescem e lesões irregulares. No entanto, muitos pacientes ainda ignoram esses sinais.
Segundo o médico, o câncer de pele é evitável e, quando diagnosticado cedo, altamente tratável. Além disso, é importante criar uma cultura de prevenção contínua, e não temporária.
Por isso, é fundamental informar-se sobre os riscos e tomar medidas preventivas, como usar protetor solar e evitar a exposição ao sol em horários de pico.
Para mais informações sobre prevenção e tratamento do câncer de pele, consulte nosso artigo: Câncer de Pele: Protocolo de Prevenção e Tratamento.
A detecção precoce aumenta as chances de cura para os pacientes. Portanto, é fundamental realizar exames regulares e consultar um dermatologista se houver algum sinal suspeito.
O tratamento do câncer de pele pode incluir procedimentos menos invasivos, como a remoção da lesão ou a aplicação de terapias de cura.
É importante lembrar que a prevenção é a melhor estratégia para evitar o câncer de pele. Em conclusão, é fundamental informar-se, prevenir e diagnosticar precocemente para reduzir o impacto do câncer.










