Alerta em MT: Multa de R$ 5 milhões contra bebidas adulteradas com metanol

Garrafas de bebidas alcoólicas com rótulos alterados, sugerindo risco de bebidas adulteradas com metanol.
Ameaça à saúde pública: venda de bebidas adulteradas com metanol é alvo de nova lei em MT.
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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) recebeu, nesta quarta-feira (1º), um projeto de lei que visa combater a venda de bebidas adulteradas metanol. O deputado Dr. João (MDB) propôs regras rígidas de prevenção e repressão. Assim, a iniciativa busca coibir a comercialização irregular de substâncias perigosas no estado.

Proteção contra vendas de bebidas adulteradas com metanol

Em resposta a recentes casos de intoxicação e mortes causadas por bebidas adulteradas metanol no Brasil, o PL nº 1553/2025 estabelece o Plano Estadual de Vigilância de Bebidas. Desse modo, haverá ações conjuntas entre Vigilância Sanitária, Procon-MT, Secretaria de Fazenda, Polícia Civil e Polícia Militar.

Entre as medidas, destacam-se:

  • Proibição da venda de bebidas com lacre violado ou rótulo apagado.
  • Fiscalização integrada com georreferenciamento e inteligência fiscal.
  • Rastreabilidade de lotes e da cadeia de distribuição.
  • Comunicação obrigatória de casos suspeitos em até 24 horas.
  • Um portal público com informações sobre lotes investigados e campanhas educativas.

As penalidades são severas. Além de advertência, as multas podem chegar a R$ 5 milhões. Ademais, prevê-se a interdição de estabelecimentos e a cassação de licenças de funcionamento. Por outro lado, infratores poderão ser incluídos em um cadastro estadual por até 10 anos.

Segundo Dr. João, o projeto visa proteger a saúde da população, o consumidor e a ordem econômica. “Não se trata apenas de fraude comercial. Substâncias perigosas representam risco iminente à vida”, declarou o parlamentar. Assim, a proposta é um marco regulatório estadual para enfrentar o problema de forma organizada e firme.

O deputado relembrou operações policiais que flagraram esquemas de falsificação em Mato Grosso. Um exemplo foi em Nova Mutum, onde mais de 3 mil garrafas foram apreendidas. “É uma realidade presente no nosso estado e precisamos reagir com leis duras”, enfatizou.

Em conclusão, o projeto agora será analisado pelas comissões permanentes da ALMT. Posteriormente, será votado em plenário. Para mais informações sobre saúde e segurança, acesse portal163.com.br.

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