Banco Bradesco condenado a pagar R$ 25 mil em honorários advocatícios
O Banco Bradesco S.A. foi condenado a pagar R$ 25 mil em honorários advocatícios ao escritório Galera Mari e Advogados Associados por serviços prestados em um processo de recuperação judicial em Mato Grosso, conforme mencionado em uma decisão da juíza Olinda de Quadros Altomare, da 11ª Vara Cível de Cuiabá.
De acordo com a decisão, o escritório foi contratado para defender os interesses do banco na recuperação judicial da empresa Prol Indústria Metalúrgica Ltda., que tramitou na 4ª Vara Cível de Várzea Grande.
A empresa Prol Indústria Metalúrgica Ltda. tinha um crédito de R$ 11,6 milhões, defendido pelo Bradesco.
A decisão menciona que o escritório atuou por cerca de cinco anos em uma causa considerada complexa, envolvendo recuperação judicial e diversos incidentes processuais.
Além disso, a juíza destacou que a documentação apresentada comprovou a atuação do escritório em um agravo de instrumento no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que discutia a restituição de R$ 361,2 mil e resultou na concessão de efeito suspensivo.
No entanto, o Bradesco alegou que os valores já pagos durante a vigência do contrato seriam suficientes para remunerar o trabalho realizado e pediu a improcedência da ação.
Em conclusão, a juíza julgou parcialmente procedente o pedido e fixou os honorários em R$ 25 mil, valor que deverá ser pago pelo banco ao escritório.
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A decisão também condenou o Bradesco ao pagamento das custas processuais e de honorários sucumbenciais fixados em 10% sobre o valor da condenação, além de R$ 25 mil em honorários advocatícios.










