As notícias sobre o assassinato do ativista ultraconservador norte-americano Charlie Kirk, de 31 anos, comoveu a direita de Mato Grosso, que culpa a esquerda radical pelo crime.
O influenciador, que tinha 7,5 milhões de seguidores, foi morto com um tiro no pescoço durante um evento em Utah, nessa quarta-feira (10). Imagens do crime se espalharam rapidamente pela internet.
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), classificou a morte de Charlie Kirk como uma “vítima da extrema-esquerda”, enquanto o deputado federal Coronel Assis (União Brasil) afirmou que a morte é uma “ferida causada pela intolerância da esquerda”.
Uma questão de segurança nacional
Para a deputada federal Coronel Fernanda (PL), a execução de Charlie Kirk comprova que a esquerda radical não prega amor, diálogo ou tolerância, mas sim representa um perigo em todas as dimensões.
Além disso, a direita de Mato Grosso cita diversos episódios de violência contra líderes da direita ou extrema-direita, como a facada no ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) durante a campanha eleitoral de 2018 e a morte de Shinzo Abe no Japão em 2022.
Para saber mais sobre a situação política no Brasil, acesse nosso artigo: Politica: ultimas noticias
De acordo com a deputada federal Coronel Fernanda (PL), a esquerda radical representa um perigo em todas as dimensões, e a execução de Charlie Kirk é um exemplo disso.
A direita de Mato Grosso culpa a esquerda radical pelo assassinato de Charlie Kirk, e a situação política no Brasil está intensificando a cada dia.
Para a deputada federal Coronel Fernanda (PL), a esquerda radical representa um perigo em todas as dimensões, e a execução de Charlie Kirk é um exemplo disso.
A situação política no Brasil está cada vez mais intensificada, e a direita de Mato Grosso culpa a esquerda radical pelo assassinato de Charlie Kirk.









