Assalto em Confresa: Criminosos Investiram R$ 3,5 Milhões

Assalto em Confresa: R$ 3,5 Milhões Investidos
O assalto em Confresa, que visava embolsar R$ 40 milhões, teve um resultado irrisório, com apenas R$ 2 milhões levados pelos criminosos.
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Apesar de um planejamento milionário, o resultado do mega-assalto em abril de 2023 no município de Confresa foi irrisório: apenas R$ 2 mil levados pelos criminosos. Portanto, a operação investigou 50 pessoas com envolvimento direto e indireto no assalto.

A investigação revelou que o grupo responsável pela ação teria investido cerca de R$ 3 milhões na preparação do crime, valor destinado à logística, armamento, veículos e suporte operacional. Além disso, a modalidade moderna de assalto, violenta e técnica, possui semelhanças com o “novo cangaço”, mas se dá mediante o uso ostensivo de armas de grosso calibre.

O dinheiro levado, segundo a polícia, foi encontrado em uma escrivaninha no local alvo, o que evidencia o descompasso entre o planejamento e o retorno financeiro obtido pelos envolvidos. Como resultado, os criminosos estimavam embolsar entre R$ 40 e R$ 60 milhões ao arrombar o cofre da empresa de valores.

Assalto em Confresa: Criminosos Investiram R$ 3,5 Milhões

Leia também: O caso da operação Pentágono no portal 163.

Na fase final da operação, a polícia cumpriu 27 mandados de prisão, das quais ao menos 15 foram cumpridas. Além disso, ela também cumpriu 30 de busca e apreensão, além de bloqueio de 40 contas bancárias. Em conclusão, os criminosos não conseguiram obter o resultado desejado.

Consórcio financiou crime? À imprensa, o delegado Gustavo Belão descartou a hipótese inicial de que o mega-assalto teria sido financiado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC). As apurações indicam que ele partiu de um consórcio entre os envolvidos, principalmente do suspeito conhecido como “Velho Ban”, apelido de Francivaldo Moreira Pontes.

O caso

Em 9 de abril de 2023, a ação foi colocada em prática com um nível de organização considerado superior ao chamado “novo cangaço”. Além disso, cerca de 20 criminosos fortemente armados, com seis veículos blindados, armamento de grosso calibre e ao menos 50 explosivos, sitiaram a cidade.

  • Diferentemente de outras ações desse tipo, não houve uso de reféns como escudo humano em larga escala.
  • Segundo Belão, o grupo atuou de forma mais técnica, “fria e calculista”, com foco total na execução do plano e tempo rigorosamente controlado.

Assista ao vídeo da operação que investigou o mega-assalto em Confresa.

Leia mais sobre o caso no portal 163.

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