Imagens chocantes de uma mulher espancada em um elevador em Natal (RN) expõem a crueldade da violência contra a mulher no país.
A vítima, Juliana Garcia dos Santos, teve o rosto desfigurado e permanece hospitalizada. O agressor foi detido em flagrante.
Um ciclo de violência que não para
A deputada federal Coronel Fernanda, que também é Procuradora da Mulher na Câmara dos Deputados, classificou o caso como parte de um ciclo cruel de violência que atinge mulheres diariamente.
“Os números são alarmantes, e cada estatística representa uma vida interrompida ou marcada pela dor. É urgente fortalecer as políticas públicas de prevenção, proteção e punição.”
Ela ressaltou que a prisão do agressor não é suficiente, sendo essencial garantir que nenhuma mulher chegue a situações de risco extremo.
Ações em Brasília
A deputada destacou o trabalho na Câmara dos Deputados para:
- Endurecer penas contra agressores.
- Fortalecer a Lei Maria da Penha.
- Ampliar a rede de atendimento e acolhimento às vítimas.
- Garantir recursos e estrutura para as Delegacias Especializadas da Mulher.
A Procuradoria da Mulher atua na fiscalização e proposição de medidas concretas contra a violência de gênero, com foco especial nas mulheres de Mato Grosso, estado que lidera o ranking de feminicídios.
Mobilização contra a covardia
Coronel Fernanda apela para que casos como o de Juliana inspirem indignação e mobilização. “Violência contra a mulher não pode ser naturalizada, silenciada ou relativizada. É crime, é covardia e precisa ser combatida com todo o peso da lei e a ação coordenada do Estado.”, afirmou.
O compromisso é com a vida das brasileiras. “Enquanto houver uma mulher em situação de risco, nossa luta continuará. Nenhuma a menos.”, concluiu.










