Advogado preso em Cuiabá acumula denúncias graves

Advogado preso, com expressão séria, em pose formal. Possíveis denúncias o cercam.
O advogado preso é alvo de diversas denúncias que vão desde violência doméstica à apologia ao crime.
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

Um advogado de Cuiabá, identificado como Rodrigo da Costa Ribeiro, foi detido em flagrante pela Operação Efatá. A prisão, no entanto, veio acompanhada de uma série de denúncias graves. Ele responde a pelo menos 15 boletins de ocorrência, incluindo casos de violência doméstica.

Advogado preso e denúncias de agressão

O advogado preso denúncias pesadas recaem sobre Rodrigo da Costa Ribeiro. Em 2024, sua própria namorada o acusou de agressão física dentro do apartamento em que viviam. Portanto, a vítima relatou dor intensa nos rins e lesões nos braços, necessitando de atendimento médico emergencial. A versão do advogado, contudo, minimizou os fatos, alegando apenas uma discussão.

Além disso, em 2020, a mãe do advogado registrou um boletim de ocorrência contra ele. Ela o acusou de tortura psicológica e de chamá-la de “satanás”. No dia do ocorrido, ela também relatou agressão física, que a atingiu no olho. Em seguida, o advogado teria reagido com xingamentos e ofensas.

Apologia ao crime e suspensão pela OAB

Outro ponto preocupante envolve a apologia ao crime. Rodrigo da Costa Ribeiro foi denunciado anonimamente por compartilhar, em um grupo de WhatsApp do condomínio, uma música considerada o “hino” do Comando Vermelho. Essa música exalta a facção criminosa e suas lideranças, como visto em trechos que exaltam a lealdade e a vida no crime.

Diante dos fatos, a OAB-MT agiu rapidamente. Assim, foi aberta um processo de suspensão preventiva contra o advogado. O Tribunal de Ética e Disciplina solicitou informações à Secretaria de Segurança Pública para dar andamento ao caso. A Operação Efatá, por sua vez, cumpriu 148 mandados e bloqueou cerca de R$ 41 milhões em bens, relacionados a um esquema de lavagem de dinheiro. O caso segue sob investigação da Polícia Civil e do Ministério Público.

Para mais informações sobre investigações em Mato Grosso, acompanhe nossas notícias em portal163.com.br/noticias/investigacoes.

Compartilhe :

Veja mais