Em uma reunião na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o procurador-geral do Estado, Francisco Lopes, reafirmou a legalidade do acordo que resultou no pagamento de R$ 308 milhões a empresa Oi S.A. e a economia para os cofres públicos caso não houvesse a conciliação. A economia para o Estado é um dos principais pontos de destaque do acordo.
Além disso, o procurador-geral destacou que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) pagou legitimamente para quem tinha detenção do crédito. A questão da validade do acordo é um ponto importante para o Estado.
Economia de R$ 300 Milhões
A dívida que o estado tinha que pagar para a OI estava próxima de R$ 598 milhões. No entanto, após sentar na mesa de conciliação com o Estado, os procuradores conseguiram negociar o montante, que ficou em R$ 308 milhões. Isso significa que o Estado economizou perto de R$ 300 milhões.
Conforme explicou o procurador, ou o estado pagava o valor ou essa quantia seria bloqueada dos cofres públicos em valor muito superior ao firmado em acordo, uma vez que o débito teria acréscimos mensais estimados de até R$ 9 milhões com as correções financeiras e monetárias. Agora, o Estado pode utilizar esses recursos de forma mais eficiente.
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Em conclusão, o acordo entre o Estado e a Oi S.A. foi um sucesso, pois permitiu que o Estado economizasse R$ 300 milhões e também validou a dívida do Estado. É importante destacar que a validade do acordo é um ponto importante para o Estado.
Além disso, o procurador-geral destacou que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) pagou legitimamente para quem tinha detenção do crédito. A questão da validade do acordo é um ponto importante para o Estado.
Validade do Acordo
A validade do acordo é um ponto importante para o Estado, pois permite que os recursos sejam utilizados de forma mais eficiente. É importante destacar que a validade do acordo é um ponto importante para o Estado.
Em resumo, o acordo entre o Estado e a Oi S.A. foi um sucesso, pois permitiu que o Estado economizasse R$ 300 milhões e também validou a dívida do Estado. Agora, o Estado pode utilizar esses recursos de forma mais eficiente.









