Abuso sexual infantojuvenil: PF mira homem com mil arquivos

Imagem relacionada ao abuso sexual infantil, com atuação da polícia de defesa da criança.
Caso de abuso sexual infantil é investigado; proteção à vítima e orientação para denúncias.
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Na manhã desta quarta-feira (1º), a Polícia Federal deflagrou a Operação Ártemis VIII para combater crimes de armazenamento, aquisição e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil. No município de Santo Estevão, na Bahia, a ação cumpriu mandados expedidos pelo Mato Grosso, com atuação em Barra do Garças. A operação envolveu equipes de perícia, investigação digital, investigação de rede e cooperação entre autoridades federais, estaduais e municipais para interromper a divulgação de conteúdo ilegal, rastrear origens das imagens e preservar provas que possam esclarecer a participação de indivíduos ou organizações criminosas que operam na chamada pornografia infantil on-line.

Os agentes realizaram busca e apreensão com o objetivo de recolher provas, apreender equipamentos que possam ter sido usados na prática dos crimes investigados e assegurar que dados sensíveis sejam protegidos para perícia. A ação também busca mapear ligações potenciais entre usuários, facilitadores e plataformas de armazenamento que promovem a disseminação de conteúdo abusivo, que é ilegal, prejudicial às vítimas e pode justificar medidas de bloqueio imediato pelas plataformas digitais. Além disso, as diligências visam identificar redes que exploram menores pela internet e ampliar o alcance das investigações com cooperação internacional quando necessário.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações identificaram, até o momento, a aquisição, o armazenamento e o compartilhamento de 1.518 arquivos entre imagens e vídeos de abuso sexual infantojuvenil, por meio de redes sociais e serviços de armazenamento em nuvem. O material apreendido será submetido à perícia para aprofundar as investigações, com o objetivo de esclarecer a origem, o destino e os possíveis responsáveis pela prática criminosa, bem como indicar eventuais vítimas ou locais onde esse material foi produzido. A PF sinaliza que novas diligências podem revelar vínculos com outras ocorrências e infrações relacionadas à exploração sexual de menores.

  • Mandado de busca e apreensão cumprido pela Justiça, no âmbito da operação Ártemis VIII
  • Apreensão de equipamentos vinculados aos crimes investigados
  • Perícia para aprofundar as investigações

Para acompanhar desdobramentos, leia mais em Abuso sexual: prisão preventiva em Cuiabá e 81 pessoas presas por exploração e abuso sexual infantil em MT.

abuso sexual infantojuvenil

Essa operação reforça que o material envolve abuso sexual infantojuvenil, e as investigações poderão indicar a participação de outras pessoas e instituições.

Assim, a PF segue monitorando as evidências e aponta que a identificação de outros envolvidos pode ocorrer a partir da análise dos equipamentos apreendidos. As autoridades enfatizam a importância de denúncias e de manter registros seguros para sustentar a perícia e a responsabilização dos envolvidos.

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