O senador e pré-candidato ao governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL-MT), declarou nesta segunda-feira (13) estar pronto para governar MT. Em entrevista à Rádio Cultura FM, ele destacou a importância do municipalismo em sua trajetória e defendeu um governo com foco nas pessoas, segurança pública e equilíbrio fiscal.
Fagundes ressaltou que sua reeleição como senador, com alta votação, é fruto de seu trabalho e atuação municipalista. Portanto, ele conhece as necessidades dos cidadãos em cada município.
Wellington Fagundes: Experiência e Foco no Cidadão
“É no município que as pessoas vivem e acontecem os problemas. Eu sei o que é a vida do cidadão, olho as pessoas, e é assim que quero fazer um governo”, afirmou, reiterando seu compromisso de estar pronto para governar MT.
O senador reconheceu os avanços em infraestrutura do governo Mauro Mendes. No entanto, ele defende um investimento maior em segurança e no servidor público, como no pagamento integral da Revisão Geral Anual.
Com um estilo conciliador, Fagundes enfatiza que sua política se baseia na criação de consensos. Afinal, o pluripartidarismo é parte essencial da democracia.
Ele também abordou o baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) na Baixada Cuiabana e os impactos ambientais no nortão, citando a mortandade de peixes no rio Teles Pires. Por isso, ele defende políticas estaduais para o Pantanal.
“Aqui os municípios da Baixada Cuiabana têm o menor IDH do Mato Grosso. O Pantanal tem que servir ao pantaneiro, e não à depredação”, defendeu. Ele propõe estudos técnicos com a Embrapa, o Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal e a Universidade Federal para a piscicultura. Já destinou recursos para equipar o instituto, buscando tornar essa atenção uma política de Estado.
Ademais, o parlamentar lembrou que o Estatuto do Pantanal, de sua autoria, foi aprovado no Senado, visando ordenar o uso sustentável e a conservação do bioma.
Fagundes criticou o governo federal por descumprir compromissos com os municípios, especialmente após a reforma tributária. Assim, ele avalia que a nova regra prejudicará estados exportadores como Mato Grosso.
“O Governo Federal tem sido caloteiro com todos os municípios. Por isso sou contra essa reforma tributária. Mato Grosso não é um Estado de grande consumo, e isso penaliza as cidades na redistribuição das receitas”, ponderou.
Em suma, o senador destacou que sua experiência o credencia a conduzir um governo focado no diálogo, eficiência e desenvolvimento humano e sustentável, demonstrando estar verdadeiramente pronto para governar MT.
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